Entrevista com o gênio
28 Outubro, 2007, 11:46 pm
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Extras

Aqui. E dia 16 de dezembro tem Extras: The Extra Special Series Finale, com 80 minutos de duração. E segundo o Tim Goodman:
“It’s a stunningly great piece of work - an emotional patchwork of dark, hilarious, moving, smart and dramatic moments. Not only is it one of the best farewell episodes in TV series history - Gervais and Stephen Merchant take care to wrap up loose ends and bring the series to its pitch-perfect end - there’s real depth and diversity of emotion involved here. They didn’t just throw this one together as a bone for die-hard “Extras” fans. This is a near feature-length examination of fame, friendship and life’s disillusionment and redemption. I certainly didn’t expect that going into it and was stunned and surprisingly moved by how thoughtful (and painfully funny) the closure was.”
Ou seja, será o evento do mês.
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Edit: acabei de escutar. Não poderia deixar de postar o melhor quote da entrevista, quando Gervais é perguntado sobre o Emmy de melhor ator que ele ganhou recentemente:
”I was surprised as Alec Baldwin. And Steve Carell.”
McLovin
23 Outubro, 2007, 9:45 pm
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Cinema

Supebad - É Hoje (Superbad; dir: Greg Mottola; 2007) - ***/****
No cinemão norte-americano atual, existem três nomes que são sinônimos de filmes realmente engraçados: Will Ferrell, Sacha Baron Cohen e Judd Apatow (quem sabe eles não trabalhem juntos algum dia?). Apatow, que esse ano já dirigiu o ótimo Ligeiramente Grávidos, produz esse Superbad, escrito por Seth Rogen (e não duvido nada que os eventos do filme sejam fatos reais da adolescência dele - não é a toa que o nome de um dor protagonistas é Seth) e dirigido pror Greg Mottola, oriundo da TV, sendo seus créditos mais representativos alguns episódios de Arrested Development (daonde saiu Michael Cera, o outro protagonista do filme).
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Que Robert…

Oscar: check. Emmy: check. Nobel: check. Agora só falta o Grammy (pela versão em CD - feito em plástico biodegradável, claro - de Uma Verdade Inconveniente) e o Tony (pelo musical da Broadway inspirado no filme).
É por isso que eu digo: Rudy Giuliani 2008!
A Elite da Tropa

Tropa de Elite (dir: José Padilha; 2007) - ***/****
Maiores virtudes: Wagner Moura (Capitão Nascimento é o one-liner do ano), André Ramiro (afinal de contas, o filme é sobre ele) e a edição.
O maior perigo aqui é achar que o discurso do Capitão (expressado através de uma excelente narração) é o discuro do filme e do diretor. Não, José Padilha não acha que a violência deve se responder com violência. A entrevista que ele concedeu no Roda-Viva na última semana é esclarecedora nessa sentido.
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Non sequitur

“Say when, Frank.”
“When.”
Graças à essa discussão (praticamente uma epopéia - só em 2013 pra mim ter 23 comentários em um post novamente), a Fer me disse que a minha definição de metalinguagem não estava assim tão correta, e que uma série que fazia uso dela era Police Squad!, do cultuado trio ZAZ (David Zucker, Jim Abrahams e Jerry Zucker).
Não que o conteúdo do grupo me seja uma novidade. Sempre que me perguntam qual é minha comédia predileta, o nome que surge na minha cabeça é justamente Top Secret - Superconfidencial, clássico da Sessão da Tarde. Toda essa metalinguagem de mexer com os clichês tanto narrativos quanto estéticos dos filmes e séries de gênero, além do humor totalmente absurdo (ou Non sequitur - obrigado, Wikipedia) foi o que transformou ZAZ em referência humorística nos anos 80. Não é a toa que David foi convocado para dirigir a série Todo Mundo em Pânico a partir do terceiro filme. Ele definitivamente conhece o material.
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A Metalinguagem e a Antropologia

Obrigado, NBC, por incentivar seu bloco de séries exibidas às quintas, mesmo com as suas audiências pífias. (ou não tão pífias assim, segundo o Eric).
Obrigado também por dar a cara à tapa e deixar a Tina Fey zoar de você. Muita gente disse que escalar o Jerry Seinfeld foi stunt casting (’casting forçado’ - só pra atrair espectadores). Claro, seria ingenuidade dizer que essa foi a intenção primária. Mas a Fey veio com um roteiro que justificou completamente a presença dele. O ‘SeinfeldVision’ é uma forma de tirar sarro com as tentativas desesperadas das emissoras de leventar sua audiência. O mesmo vale para os reality shows propagandeados por Jack (meu preferido é MILF Island, claro). E quando Seinfeld pergunta se Lost é exibido pela emissora, a reação de Donaghy é duplamente engraçada. Além da reação ‘ei, Lost é do outro canal!’, dá pra inferir totalmente que os verdadeiros executivos da NBC teriam exatamente a mesma expressão de Alec Baldwin em situação semelhante.
Alguém aí lembra qual foi o último filme que falou sobre o cinema com tamanha propriedade? Eu só consigo pensar em Crepúsculo dos Deuses, que tem os seus 50 e tantos anos de vida.
(É claro, tem Entourage - que ironicamente também é uma série de TV).
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E tem também My Name is Earl, que vem me surpreendendo positivamente nessa terceira temporada. Cada episódio faz um estudo de personagem sobre alguém distinto (ainda que de forma leva, afinal estamos falando de uma comédia). Essa sempre foi a fórmula da série, mas agora ela está mais evidente do que nunca, com Earl resolvendo os problemas dos outros presidiários.
O que falar da real natureza do problema das ‘cobaias’ de Earl? Parabéns mais uma vez NBC, por deixar um conteúdo desses ser exibido às 8 da noite. Isso chama-se liberdade criativa. Além da situação toda ter sido muito engraçada.
Outro aspecto hilário foi o Diretor vivido por Craig T. Nelson. Me lembrou vagamente de alguns CCs brasileiros…
E a determinação de Randy (sintetizada pela foto acima) em ficar junto de seu irmão foi tocante.
O Vingador do Futuro
3 Outubro, 2007, 1:27 am
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Cinema

- Porque antes de Neo e Jason Bourne, já existia Douglas Quaid.
- Porque Paul Verhoeven é o rei da nojeira.
- Porque Arnold Schwarzenegger não fez questão nenhuma de esconder o sotaque.
- Porque nos anos 80, as velhinhas podiam mandar o herói tomar no cú e uma prostituta anã podia esfaquear o saco de um dos vilões.
- Porque Michael Ironside é um Jack Nicholson genérico.