
Que série deliciosa essa The Big Bang Theory. Rolou altas identificação com os protagonistas. Isso que eu não sou assim um nerd tão esteriotipado (fiz um teste esses dias e o resultado dizia que eu era 40% só – que audácia). Mas a dificuldade de se relacionar com pessoas desconhecidas do sexo oposto é parecidíssima. E o mais legal é que eles próprios se avacalham, não são os coitadinhos tentar catar a mina gostosa. E os amigos são bem engraçados.
Primeiro episódio de Jezebel James foi bem legal. O segundo foi meio mé, mas valeu pela quote citando a Amy Winehouse. Duas coisas:
- aquela laugh track NÃO DEVERIA estar ali.
- vontade incontrolável de assistir Gilmore Girls. Dejá vu da época em que Studio 60 estreiou.
A Fer disse que Flight of the Conchords era legal e tudo mais. E lá fui eu assistir. Desisti antes do fim do primeiro episódio. Nem as músicas são boas. Quer dizer, não chega a ser ruim. Mas quando você dormiu apenas 5 horas na última noite, assistir uma série ‘musical’ em que nem as músicas prestam cansa a beleza.
A Christine passou todo o último episódio correndo atrás de um baseado. Meu palpite pra próxima semana: ela viaja pra Flórida e esquece o filho em casa. Não que haja algo de errado com isso.



Eu odiei Big Bang. Odeio nerds na tv. Odiei a piada de BSG, odiei a do MySpace, odeio as promos da Warner. Pronto, tirei o ódio do coração.
Os problemas de Jezebel são a Parker Posey e as risadas. Se tirassem isso, seria mais ou menos até. E assiste Gilmore Girls, porra! E já vai preparando a filiação pro fã clube da Lauren Graham.
Flight of the Conchords tem seus momentos. Os episódios da Yoko e do Bowie são muito bons. Os outros são bleh.
Christine rockeiou. Quase no nível de Oh God Yes.
Mas eu já faço parte do fã-clube. Não tem como não pedir filiação depois de ver ela pedindo pro Billy Bob Thornton comer ela com mais força em Bad Santa.
Ok, preciso ver esse filme. Ontem.
E agora Big Bang tem mais uma fã. Adorei a série… E eu fiz o tal teste tbm, deu 80%. Então os quatro são 150%…