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Archive for agosto \12\UTC 2006


Série

Esse. É. O. Ano. De. 24. Horas. A melhor série dessa temporada e a melhor temporada da história da série. Grey’s Anatomy parece ser a única com força para estragar a festa – apesar das suas FYCS não serem as melhores. The West Wing depois da Era Sorkin não obteve o mesmo sucesso. E a quinta temporada de Sopranos é a mais fraca da série, de acordo com quem assiste, além das fitas equivocadas. E embora não seja minha escolha pessoal, seria no mínimo engraçado ver House levar. Só pros jurados verem o quanto eles fizeram merda esnobando Laurie…
Ator
Aqui é possível fazer duas leituras. Levando em conta apenas as fitas, Denis Leary é o franco favorito. Sua FYC é quase perfeita de acordo com os especialistas. Mas, levando em conta o conjunto dos candidatos, os favoritos são outros. Martin Sheen (seis indicações) e Kiefer Sutherland (cinco) podem surpreender. Eu aposto em Bauer. 24 Horas está com mais buzz do que nunca. E se o mundo é justo, Ian Macshane ganha ano que vem (o último de Deadwood; a série não é elegível esse ano). Mas Hugh Laurie só ganhar um Emmy na quarta temporada de sua série também pega muito mal. Bom, quem disse que o mundo é justo?

Atriz

Frances Conroy pode se sagrar vencedora pela última temporada de Six Feet Under – dizem que seu trabalho na series finale (Everyone’s Waiting) é fantástico. Outra que está com a bola toda é Kyra Sedgwick, que conseguiu a proeza de ser indicada por uma série policial, gênero não tão favorecido, ao contrário de outros tempos. Outra que está na mesmo barco de Sedwick é Mariska Hargitay. A diferença é que a protagonista de SVU já vai pra sua terceira indicação consecutiva. E ainda há Allison Janney, que já levou o caneco quatro vezes. Fico com Conroy, mas a vitória de qualquer uma delas não será surpresa.

Ator Coadjuvante


A disputa é entre Alda e Itzin. Um presidente e um quase-presidente. O personagem de Alda tem a vantagem de ser mais simpático (principalmente nas FYCs escolhidas por ele), atributo importante segundo os especialistas. Mas o fato de ter quebrado a maldição dos coadjuvantes de 24 Horas, depois de cinco temporadas, coloca Itzin como favorito, na opinião desse que vos escreve. E Terry O’Quinn é menos ator que o Capitão Kirk? Sei…

Atriz Coadjuvante

Se o Emmy fosse entregue em janeiro, o prêmio desse ano teria uma vencedora certa: Sandra Oh, que no início do ano também levou o Globo de Ouro e o SAG. Mas com o fim da temporada 2005-2006, ela ganhou duas rivais de peso. Chandra Wilson, colega de Oh em Grey’s Anatomy mostrou como uma personagem pode se tornar cativante em tempo recorde. E com a exibição da quinta temporada de 24 Horas, Jean Smart teve a sua candidatura impulsionada em grande estilo. Quem fatura essa? Minha previsão é que aconteça uma divisão de votos entre Oh e Wilson e que Smart leve o prêmio. Eu já disse que esse é o ano de 24 Horas?

Direção

O favorito é Alan Ball – vencedor de um Oscar pelo roteiro de Beleza Americana – por Everyone’s Waiting, uma das melhores coisas que a TV já produziu nos últimos anos, segundo os entendidos. O trabalho de Jack Bender, na season finale de Lost também não pode ser desprezado. Mas o meu destaque pessoal vai pra primeira indicação individual de David Nutter, diretor do piloto de Smallville. (E sim, isso foi um momento fanzóide).

Roteiro

Aqui Ball também é o favorito, com uma vantagem ainda maior sobre os seus concorrentes. Shonda Rhimes pode até ganhar pelo “episódio do Superbowl”, mas as chances são poucas.

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Comecei a assistir The West Wing e Arrested Development. UHUUUU!!!!

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Série

The Office é a favorita. A queridinha da crítica nessa temporada está com tudo. Sua maior rival é Segura a Onda. Arrested Development pode ganhar um prêmio póstumo, mas é pouco provável. A indicação de Two and a Half Men foi mais para garatir a presença de uma sitcom no Top 5. Scrubs, cuja única indicação é nessa categoria também não tem muito o que fazer.

Ator

Esse é o ano de Steve Carell. Mais uma vez, o único que representa algum perigo é Larry David. Kevin James – que roubou o spot de Jason Lee – foi indicado apenas pela cena de dança de sua FYC. E Charlie Sheen, apesar de ser a melhor coisa de TaaHM, não leva, pelo menos não nesse ano. Tony Shalhoub é um candidato forte, mas esse não parece ser ano dele.

Atriz

Nenhuma Housewives indicada? Hmmmm…isso tira um pouco de credibilidade da categoria. Eu AMO a Julia Louis-Dreyfus, mas ela não me parece favorita. O páreo parece estar entre Jane Kaczmarek e Lisa Kudrow. Ligeira vantagem para a primeira e suas 8 (!) indicações seguidas.

Ator Coadjuvante

O favorito disparado é Jeremy Piven. Esse ano ninguém deve tirar o prêmio dele.

Atriz Coadjuvante

Jaime Pressly vai ganhar por:

1 – Escolheu as fitas certas.
2 – Compensação pelo fato da série ter sido esnobada.
3 – Concorrentes sem muita expressão, ou que escolheras suas FYCs equivocadamente.

E vem cá, o que a Alfre Woodard tá fazendo nessa categoria???

Direção

O piloto de My Name is Earl deve levar essa. Além do episódio ser excelente, entra naquela conta de compensação da qual eu já falei antes.

Roteiro

Development Arrested na cabeça. Ou alguém acha que a série vencedora da categoria nos dois últimos anos vai perder justamente em sua series finale?

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Coisas a serem feitas

– Escrever sobre Brick (melhor filme independente do ano)

– Escrever sobre Lavoura Arcaica (melhor filme brasileiro de todos os tempos)

– Postar minhas previsões no Emmy (de preferência, antes do Emmy)

– Escrever sobre os pilotos de séries que vazaram (antes delas estreiarem no Brasil)

É, por enquanto é isso.

(Fer, sorry pela cópia :p)

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The Number One

1ª Posição

“This is the longest day of my life.”


Nome: Jack Bauer
Interpretado por: Deus 2*
Série: 24 Horas
Emissora: Fox (EUA); Fox e Rede Globo (Brasil)

O que dizer de Mr. Bauer? Jack é uma lenda, um ícone da cultura pop. O Superman do século XXI. Aquele que sacrifica sua vida pessoal e seu bem-estar físico em busca de um bem maior. Aquele que já morreu e já ressuscitou para salvar os homens e sua própria pele (porque ele pode até ser Deus, mas não é burro de ficar dando bandeira por aí). Aquele que sempre resolve os problemas dos EUA – e conseqüentemente os do mundo – todos os anos. E já fazem cinco.

Falar de Jack Bauer também é falar de Kiefer Sutherland. Que encontrou o papel de sua vida justamente na televisão, depois de uma carreira não muito bem-sucedida no cinema. Sutherland injeta emoção em cada diálogo, em cada ação de seu personagem.

Numa época em que a sanidade mental do Emmy é questionada diariamente, as cinco indicações seguidas de Kiefer são um sinal de que nem tudo está perdido. E se há algo de bom na esnobada de Hugh Laurie, é que ela deixa o caminho livre para Bauer finalmente receber o prêmio máximo de sua carreira.

E por último, mas não menos importante:

“Drop the gun. DROP THE GUN!!!!!!”

Alguém ainda duvida que ele é Deus?

* onde o número 2 não significa necessariamente uma importância menor, apenas que ele é o segundo agraciado com o título de Deus. 🙂

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This is God

2 ª Posição

“I don’t ask why patients lie. I just assume they all do.”

Nome: Dr. Gregory House
Interpretado por: Deus
Série: House
Emissora: FOX (EUA); Universal (Brasil)

Não vou nem perder muito tempo falando sobre a esnobada que Hugh Laurie (aka: Deus) recebeu do Emmy, enquanto a série foi indicada. Todo mundo sabe que ele É a série.

Qual a razão do fascínio que Greg House exerce sobre todos que assistem à série? Tá, todos sabem que ele consegue descobrir a solução de qualquer caso, por mais intrincado que ele seja. O seu humor ácido, responsável por alguns dos momentos mais engraçados da TV dos últimos dois anos também desempenha um papel importante. Mas será que é só isso?

Fazendo uma análise mais profunda, o motivo para gostarmos dele talvez não seja tão óbvio. House é, antes de qualquer coisa, um desgraçado (miserable, em inglês) e os seus “coices” são, aquilo que todos nós gostaríamos de dizer ou fazer. É como aquela frase de Mário Quintana:

“(…) se a gente consegue expressar com toda felicidade toda sua infelicidade, ja não será tão infeliz.”

Com House ocorre justamente o contrário. Ele, assim como todos nós (?) é infeliz. Mas ele é o único com coragem de demonstrar isso pra quem quiser ver.

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Tá, é meio off-topic, mas isso é genial.

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E em breve: previsões para o Emmy!

(isso se eu terminar de escrevê-las antes do Emmy ir ao ar…)

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E o pódio chegou…

3ª Posição

“Cocksuckers!”


Nome: Al Swearengen
Interpretado por: Ian McShane
Série: Deadwood
Emissora: HBO (EUA); FX (Brasil)

O que faz o vilão de uma série ser mais reconhecido do que os outros personagens? A complexidade com que ele é escrito – disfarçada no meio de tantos palavrões? Uma interpretação soberba? Coadjuvantes que, apesar de eficientes, se tornam pequenos diante de seu protagonista?

Al Swearengen tem todas essas particularidades, assim como seus dois parceiros de pódio (ops…). E é por isso que ele está neste Top.

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Acabei de assistir o piloto de Studio 60 On The Sunset Strip. Aaron Sorkin acaba de ganhar mais um fã.

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A Man of Faith

4ª Posição

“Don’t tell me what I can’t do!”

Personagem: John Locke
Interpretado por: Terry O’Quinn
Série: Lost
Emissora: ABC (EUA); AXN e Rede Globo (Brasil)

(ATENÇÃO: o texto abaixo contem spoilers para quem acompanha Lost pela AXN – pela menos até a próxima segunda)

Terry O’Quinn talvez tenha sido um dos atores mais injustiçados de todos os tempos. Passou a maior parte de sua carreira interpretando personagens de produções obscuras. E mesmo fazendo um trabalho competentíssimo (ele consegue dar alma à Kendall, personagem de Alias, escrito de forma completamente unidimensional) ele nunca teve a chance de brilhar. Isso mudou no final de 2004.

Com a explosão de Lost, O’Quinn passou do anonimato ao estrelato. Seu personagem, John Locke é o mais interessante da série. Talvez a explicação disso sejam as transformações sofridas por ele. Curado de uma paralisia no começo da série, Locke é mostrado como um exímio conhecedor do que acontece ao seu redor. Em um período de poucas explicações, ele parece ser o que mais sabe sobre a natureza da ilha. Com o passar dos episódios, vê-se que ele não sabe tanto quanto se pensava.

Seu trabalho na série está cheio de momentos memoráveis. Quem não se lembra dele se levantando dos destroços do avião em Walkabout? Ou então, quem não ficou tocado com seu fúria contra a ilha, por ter matado Boone em Deus Ex-Machina? Seu momento de maior brilho na segunda temporada foi a decepção de descobrir que a Escotilha Pérola não passa de um posto de observação em ?. É possível ver a tristeza de seu personagem em seus olhos, em seus trejeitos. Poucos atores em atividade possuem tamanho talento.

Em outro dos surtos psicóticos dos votantes do Emmy, O’Quinn foi deixado de fora da lista de atores coadjuvantes esse ano. O problema é deles.

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