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Archive for setembro \30\UTC 2006

Ah, o Virtual Dub…(Parte 2)

E clique aqui para escutar a música que David Bowie himself compôs para Andy Millman, personagem de Ricky Gervais em Extras.

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Nada como poder ripar músicas de um arquivo de vídeo, e depois poder upálas em um servidor para que outros possam escutá-las. Model of Modern Network TV Show pode ser baixada aqui.

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Deus em seu Habitat Natural

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“Model of a Modern Network TV Show”

Composição: Aaron Sorkin (?)

We’ll be the very model of a modern network TV show
Each time that we walk into this august and famous studio
We’re starting out from scratch after a run of twenty years or so
And we hope that you don’t mind that our producer was caught doing blow

They hope that you don’t mind that their producer was caught doing blow
They hope that you don’t mind that their producer was caught doing blow
They hope that you don’t mind that their producer was caught doing lots of blow

Yes it’s hard to be a player when at heart you’ve always had a hunch
To bite the hand that feeds you is a scary way of doing brunch
But still when we walk in to this august and famous studio
We’ll be the very model of a modern network TV show

But still when they walk into this august and famous studio
They’ll be the very model of a modern network TV show

I am a Christian tried and true baptised at age eleven so
Unlike the liberals, gays, and Jews I’m going straight to heaven
But if you feel you’ve been cheated and our sordid content lets you down
We’ll happily do the favour of an intellectual reacharound

They’ll happily do the favour of an intellectual reacharound
They’ll happily do the favour of an intellectual reacharound
They’ll happily do the favour of a hundred dollar hooker’s reacharound

That wasn’t the same thing we said…

They’ll happily do the favour of a frugal euphemistic reacharound

We know the Evangelicals are lining up to tag our toe
And then the corporations will not hesitate to pull their dough
But still when we walk into this august and famous studio
We’ll be the very model of a modern network TV show

But still when they walk into this august and famous studio
They’ll be the very model of a modern network TV show
But still when they walk into this august and famous studio
They’ll be the very model of a modern network TV show

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Assistam. Studio. 60.

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A premiere de The Office me lembrou a razão da série ter ganhado o Emmy. Que elenco! Que texto! Eles atiram pra todos os lados, sem dó nem piedade. O que é Oscar (personagem que saiu do armário nesse episódio) se comparando à Ian McKellen? E a saudade falsa de Dwight? E Creed admitindo a possibilidade de ter dormido com um homem nos anos 60? E Michael chorando e beijando Oscar? E eu não sou shipper mas…Jim & Pam FOREVER.

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My Name is Earl começou bem da mesma forma, mas como diria o sábio Vidoni, Earl é aquela série divertida de se assistir, sem ser especialmente hilário. A única cena que me fez rir de verdade foi a que envolveu um balão de hélio.

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Extras também começou a sua segunda temporada. Convidado da semana: Orlando Bloom. Como é engraçado ver os atores botando os podres pra fora! “O Johnny Depp fez Edward-Mãos-de-Tesoura. E daí? Eu fiz o Legolas!“. Mas nada foi tão engraçado quanto ver Gervais tentar dirigir sua sitcom.

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“You were my Yoda!” – by Spike

Buffy está caminhando a passos largos para se tornar uma das minha séries preferidas. É legal ver como Joss Whedon foi o pioneiro de vários elementos que vemos aos montes em séries teen atuais (Smallville e Veronica Mars pra ser mais exato).

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E por fim, a estréia da terceira temporada de Grey’s Anatomy. Felizmente, Shonda Rhimes se eximiu dos tropeços da season finale passada e entregou um episódio emocionante, sem nunca (?) cair no piegas. Seria muito mais “choroso” colocar Izzie pra reconhecer o corpo de Danny, ao invés disso, foi Bailey. A cena continua tocante (principalmente, graças ao talento de Wilson), mas não fica parecendo algo “se emocionem AGORA!”.

Em diversas séries (Lost sendo o principal exemplar) cada episódio costuma ter algo como um ou dois desempenhos excepcionais. Pois aqui há nada menos do que QUATRO (!!!) atuações dignas de uma indicação ao Emmy: Oh, Wilson, Walsh e (para minha surpresa) Dempsey naquele que provavelmente foi seu melhor episódio em Grey’s Anatomy. Ele conseguiu transitar da ira (flashback da discussão com Addison, logo após ela ter dormido com o McSteamy) à emoção (ele admitindo para Meredith que é com ela com quem ele quer ficar).

Quando eu faleu de Justice mais abaixo, eu reclamei que a série não desenvolve seus personagens. Aqui é justamente o oposto. Só o monólogo de Callie (“nós todos somos atrasados sentimentalmente, todos temos 17 anos”) diz mais sobre ela (e todos os outros personagens) do que umas três temporadas do drama produzido por Bruckheimer.

E ainda tem o humor. Mesmo sendo meio bobinho, ele sempre funciona. Me peguei rindo com o destino da calcinha de Meredith no final do episódio e com a provável melhor frase do episódio, dita por ela:

“Am I the president of people with crappy lives?”

É, CSI vai ter uma missão quase hercúlea nessa temporada…

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Tã-nã, tã-nã-nã-nã…

Mission: Impossible 3 (dir: J. J. Abrams; 2006)

J. J. Abrams foi a escolha mais do que correta para dirigir Missão Impossível 3. Ele já deitou e rolou com esse universo em Alias. Todos os elementos da série estão lá: a dificuldade de levar uma vida dupla, os disfarces, o espião infiltrado, o nerd-sabe-tudo-alívio-cômico, Greg Grunberg, entre outros. Mas Abrams também se lembra de suas outras crias: Lost (agradecimentos à Fundação Hanso) e Felicity (com a presença da própria no elenco). E ele ainda nos entrega algumas das melhores cenas de ação do ano, como o resgate da ponte, e a perseguição com os helicópteros.

Tom Cruise (assim como Jen Garner em Alias) tem como principal componente de sua atuação o comprometimento físico. Ele faz de tudo: corre, pula, bate, apanha – tudo isso num ritmo frenético. Philip Seymour Hoffman consegue criar um vilão ameaçador, sem nunca parecer caricato. Ele não precisa gritar ao anunciar que irá matar a esposa de Ethan Hunt. Ele sabe que pode fazer isso

A trilha instrumental é um show à parte. Michael Giacchino faz uma homenagem ao tema clássico da série e ao mesmo tempo cria algo diferente, sem precisar depender muito.

Os problemas do filme realmente estão localizados em seus minutos finais, e essa revisada só evidencia isso. Aquela crítica aos EUA, saída do monólogo de um dos vilões parece apressada e inapropriada. Quiseram forçar uma reflexão política. O filme não precisa disso. Quando ao desfecho do vilão, ele não me desagradou tanto assim. Um final deste tipo foge completamente do clichê, coisa que o personagem nunca chegou perto de ser. O “Eu te Amo” dito por Cruise em determinado momento não poderia ser mais brega, mas pelo menos serve como alívio cômico. E o plano final é idiota até dizer chega, digno da versão cinematográfica de Street Fighter, como li por aí.

Apesar de seus erros, MI3 ainda é o melhor filme da série, e Abrams mostra que Hollywood acaba de ganhar mais um ótimo diretor de ação.

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O episódio dessa semana de House foi dirigido por Laura Innes. E o de Justice teve como diretor Paul McCrane. Seria uma conspiração para mim assistir ER? Porque, se eu começar e gostar, toda minha vida social depois de junho do ano que vem vai ficar comprometida (até lá eu já tenho o que assistir, hehe).

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Pensando seriamente em deixar de assistir Justice, by the way. O formato já é engessado (procedural…) e ainda por cima, limitam ainda mais. Será que eles vão ganhar todos os casos? E será que todos os clientes são inocentes? E será que não vão trabalhar a personalidade dos personagens? Tudo que eu sei é que Ron Turk é deliciosamente arrogante e que um dos ajudantes dele, cujo nome não lembro (o que não é bom sinal) é meio esquentado. Mas isso não se aplica aos réus em si, cuja vida é explorada ao fundo, com todos os podres que se possa imaginar. Mas eles só ficam na série por um episódio…

Aliás, isso é outra crítica: arcos mais longos, envolvendo o mesmo caso, fariam muito bem à Justice.


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Descobri que sou apaixonado pela Alyson Hannigan. Mas não pela atual, e sim pela que fez a segunda temporada de Buffy. Eu quero uma Willow pra mim!

E aquela dança da Buffy com o Xander no primeiro episódio da segunda temporada foi…sem palavras.


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Ainda sobre os Acústicos: tô escutando o do Roberto Carlos. Tirando aquelas duas músicas mais recentes, o resto é maravilhoso. Que letrista que ele era! Isso vale tanto pra músicas mais bobinhas (Parei na Contramão) quanto pras mais, digamos, engajadas sentimentalmente (Detalhes).


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