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Archive for 14 de setembro de 2006

Ai ai…não vejo a hora da nova temporada da melhor série sci-fi de todos os tempos começar.

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Tem alguma coisa que eu posso fazer pelo senhor?” – Ann Diggs, Lolita do Século XXI, interpretada por Amanda Seyfried – fazendo carinha de sacana.

“Namore Garotos da sua idade.” – Ron Turk (Victor Garber).

E dá-lhe Spydad!

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Amigos Para Sempre…

Friends sempre foi uma das minhas séries preferidas. Mas, por um motivo ou outro, eu sempre empurrava com a barriga a maratona com as últimas cinco temporadas. Pecado devidamente corrigido nesses últimos dias. E Oh. My. God. Tem como não se contagiar com seis personagens tão marcantes e charmosos?

Mesmo não sendo tão engraçada quanto um Seinfeld ou um Arrested Development, Friends merece seu lugar no Olimpo das sitcoms justamente por contar com seis protagonistas nada menos do que brilhantemente interpretados. O papel da vida de cada um deles, sem a menor sombra de dúvida.

Outro fator que contribui com toda a aura em cima da série, é a facilidade que ela tem de nos emocionar. Aproveitando-se da ligação/identificação/amor que todos sentimos por eles, são incluídos diversos elementos dramáticos ao longo das temporadas, que invariavelmente funcionam, e que não raro, nos levam as lágrimas. No último episódio, eu basicamente já sabia de tudo que ia acontecer, mas mesmo assim, o choro veio mais forte do que nunca na cena em que Rachel aparece na porta do apartamento de Ross, ou na última tomada, mostrando o apartamento vazio.

Eu sempre tive essa idéia pré-concebida de que, com o passar das temporadas, a qualidade da série iria despencar. Não foi isso que aconteceu, de maneira nenhuma. Como o forte de Friends nunca foi o texto em si (não que ele seja ruim, fique bem claro), mas sim as interpretações, o tempo não é algo necessariamente ruim.

Apesar disso, nas últimas duas temporadas, os episódios começam a ter uma dinâmica meio estranha. Os personagens não estão sempre reunidos como antes. Uma cena do sexteto tomando café no Central Perk se tornou coisa mais rara. Mas tal mutação tem explicação: como eles (intérpretes e personagens) estão cada vez mais atarefados, tal tipo de diversão “fútil” passa a ser perda de tempo. Uma chef renomada, uma executiva do mundo da moda, um professor universitário, um publicitário e um ator de novelas, todos na casa dos 30 devem ter mais o que fazer. Apesar de que, Joey, nesse final de série, parecia quase um desempregado. Filmar uma novela deveria ser muito mais exaustivo. Mas acaba sendo ele, no final de contas, o elo entre o espectador: receoso da inevitável separação, Joe se mostra extremamente descontente com tudo aquilo.

Pra terminar, dois rankings. O primeiro, dos 10 melhores episódios da série. Um de cada temporada. Serve pra mostrar a regularidade da série. O critério foi o mais variável possível. Alguns estão na lista porque estão estre as coisas mais engraçadas que já assisti. Outros entraram por causa de sua dramaticidade e “momentos Ahhhhh”. Em ordem cronológica:

· The One With The Blackout (1×07)

· The One With The Prom Video (2×14)

· The One Where No One’s Ready (3×02)

· The One With The Embryos (4×12)

· The One Where Everybody Finds Out (5×14)

· The One With The Proposal (6×23-24)

· The One With The Holiday Armadillo (7×10)

· The One With The Rumor (8×09)

· The One With Rachel’s Other Sister (9×08)

· The Last One (10×19-20)

O segundo é um ranking de participações especiais (ou guest stars). E aqui vai uma pequena crítica a série: Friends é, de longe, a série com o maior número de convidados famosos (muitos com carreira firmada no cinema e até ganhadores de Oscar), mas todo esse status nem sempre representa talento pra comédia. Foi relativamente difícil catar esses nomes:


5º Lugar: Christina Applegate – ela nem é a melhor coisa do primeiro episódio em que aparece, mas o todo é tão espetacular que a sua Amy Green acabou merecendo entrar nesse Top.

4º Lugar: Danny DeVito – um stripper de meia idade que chora ao ser desprezado por suas clientes? Parece coisa de Arrested Development. E DeVito ajuda a deixar o personagem ainda mais hilário, com seus trejeitos espalhafatosos, em uma pessoa tão pequena.

3º Lugar: Brad Pitt – além do texto maravilhoso do episódio em que participa, Pitt consegue se destacar graças ao seu timing cômico apuradíssimo. E não deixa de ser irônico que, depois de fazer parte do Clube “Odeio Rachel Green”, ele tenha se separado de Jannifer Aniston.

2º Lugar: Alec Baldwin: o personagem dele era tão amalucado que conseguiu espantar até mesmo Phoebe. Já estou contando as horas para a estréia de 30 Rock, nova comédia estrelada por ele.

1º Lugar: Bruce Willis – só o monólogo dele em frente ao espelho (You are the man. You are THE man! I’m just a love machine… Huh! Show time!”) já vale uns 7 ou 8 Emmys. Pena que ele só podia levar um…


Hours concurs: Maggie Wheeler: não sou um fã de catchphrases, mas não tem como não rolar de rir ao ouvir o “Oh. My. God” de Janice ou a sua risada inconfundível. Uma das grandes sacadas da série foi transformá-la em personagem recorrente.

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E agora o negócio é rever os episódios sempre que possível. Por falar nisso, os Extras dos DVDs da série são bem mais-ou-menos, né? Os únicos documentários decentes são um que mostra o making of de um dos episódios (The One After Vegas pra ser mais exato) e um outro com as considerações finais do elenco. A melhor frase foi de Matt LeBlanc: “Vou sentir saudade do salário”. E quem não sentiria falta de 1 mihão de dólares toda semana?

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