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Archive for janeiro \23\UTC 2007

Previsões Para o Oscar – Finais

FILME

Babel
The Departed
Dreamgirls
Little Miss Sunshine
The Queen
[Letters From Iwo Jima]

DIRETOR

Alejandro Gonzáles-Iñárritu (Babel)
Clint Eastwood (Letters From Iwo Jima)
Martin Scorsese (The Departed)
Stephen Frears (The Queen)
Paul Greengrass (United 93)
[Bill Condon (Dreamgirls)]

ATOR

Leonardo Di Caprio (The Departed)
Ryan Gosling (Half Nelson)
Peter O’Toole (Venus)
Will Smith (The Pursuit of Happyness)
Forest Whitaker (The Last King of Scotland)
[Sacha Baron Cohen (Borat)]

ATRIZ

Penélope Cruz (Volver)
Judi Dench (Notes on a Scandal)
Helen Mirren (The Queen)
Meryl Streep (The Devil Wears Prada)
Kate Winslet (Little Children)
[Anette Bening (Running With Scissors)]

ATOR COADJUVANTE

Alan Arkin (Little Miss Sunshine)
Jackie Earle Haley (Little Children)
Eddie Murphy (Dreamgirls)
Jack Nicholson (The Departed)
Michael Sheen (The Queen)
[Brad Pitt (Babel)]

ATRIZ COADJUVANTE

Adriana Barazza (Babel)
Cate Blanchett (Notes on a Scandal)
Abigail Breslin (Little Miss Sunshine)
Jennifer Hudson (Dreamgirls)
Rinko Kikuchi (Babel)
[Emily Blunt (The Devil Wears Prada)]

ROTEIRO ORIGINAL

Babel
Little Miss Sunshine
The Queen
Volver
United 93
[Pan’s Labirynth]

ROTEIRO ADAPTADO

The Departed
Children of Men
The Devil Wears Prada
Little Children
Thank You For Smoking
[Notes on a Scandal]

FILME ESTRANGEIRO

Days of Glory (Argélia)
The Lives of Others (Alemanha)
Pan’s Labyrinth (México)
Black Book (Holanda)
Volver (Espanha)
[Water (Canadá)]

FILME DE ANIMAÇÂO

Happy Feet
Cars
Monster House
[Flushed Away]

MONTAGEM

Babel
Cartas de Iwo Jima
The Departed
Dreamgirls
United 93
[Casino Royale]

FOTOGRAFIA

Apocalypto
Babel
Children of Men
The Illusionist
Dreamgirls
[Pan’s Labyrinth]

DIREÇÃO DE ARTE

Dreamgirls
The Good Shepperd
The Illusionist
Marie Antoinette
Pan’s Labyrinth
[Children of Men]

FIGURINO

The Devil Wears Prada
Dreamgirls
The Illusionist
Marie Antoinette
Pan’s Labyrinth
[The Departed]

MAQUIAGEM

Apocalypto
Pan’s Labyrinth
Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest
[The Prestige]

EFEITOS VISUAIS

Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest
X-Men: The Last Stand
Superman Returns
[Poseidon]

EDIÇÃO DE SOM

Cars
Flags of Our Fathers
Happy Feet
Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest
Superman Returns
[World Trade Center]

MIXAGEM DE SOM

Apocalypto
Babel
The Departed
Dreamgirls
Flags of Our Fathers
[Blood Diamond]

TRILHA SONORA

Apocalypto
The Illusionist
Notes on a Scandal
The Painted Veil
Pan’s Labyrinth
[The Fountain]

CANÇÃO

“Listen” (Dreamgirls)
“Never gonna break my faith” (Bobby)
“The song of the heart” (Happy Feet)
“Till the end of time” (Little Miss Sunshine)
“A Father’s Way” (The Pursuit of Happyness)
[“I Need to Wake Up” (An Inconvenient Truth)]

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Erros nas legendas

Matéria do Falando Série. Depois perguntam pq não tenho TV por assinatura…

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Mudanças no blog

Voltei de férias, e terminei de implementar as mudanças no blog, mais precisamente na coluna lateral. Além da lista de filmes assistidos no ano (aka log) eu também coloquei o top de filmes e série do ano/temporada.

E só lembrando que essas duas listas podem (e irão) mudar constantemente.

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As séries do canal americano FX sempre lidam com temas dos mais delicados. E mais uma vez eles acertaram na mosca: uma revista de fofocas, e sua relação promíscua com as celebridades é um prato cheio para mais uma ótima investida. Mas dessa vez parece que ficou faltando algo no meio do caminho…

Não, não pensem que Dirt é essa bomba toda que a mídia americana vem anunciando (aliás, parece que eles estão mais interessados na manutenção da “Friends Curse” pra continuarem fazendo notícia, numa rima não intencional com o próprio tema da série em questão).

Dirt é centrada em Lucy Spiller (Cox), editora-chefe de duas revistas: a Now, com conteúdo mais light e a Drrt (se escreve assim mesmo), que é onde a merda é jogada no ventilador de fato. O ponto fraco da série é justamente ela. Atenção, fãs da atriz: a culpa, pelo menos no primeiro momento, não parece ser dele. Aqueles que acompanham TV sabem que ela está cheia de protagonistas fortes (Veronica Mars, House, Jack Bauer, Dexter, a lista vai longe), a Spiller tenta desde o princípio se incluir nesse grupo, e o roteiro joga diversas características para que nós possamos identificá-la, mas no final do episódio fica aquela impressão de “Quem é ela?”. Ela trabalha demais, pratica sexo casual, consome cocaína pra combater a solidão e… é isso. Ela tem várias cenas isoladas, mas lhe faltou um arco dramático consistente.

Quem realmente teve os tais arcos foram dois coadjuvantes. Holt McLaren (Josh Stewart, o melhor em cena) é um ator em decadência que se vê obrigado à se vender para a revista à fim de tentar ressuscitar sua carreira (sua outra alternativa seria participar do Dancing With the Stars, referência esperta do roteiro). Sua namorada é interpretada pela (muito, muito) linda Laura Allen. A seqüência dos dois na boate pode ser considerada desde já a turn on scene do ano. Assistam e entenderão.

Outro coadjuvante com boa participação é Don Konkey (Ian Hart). Ele é um fotógrafo esquizofrênico (!), o que sempre gera uma divertida tensão na hora dele executar suas tarefas (ele terá ou não uma crise?). Cenas dele pirando o cabeção infelizmente aparecem em excesso, e pior, diversas seqüências com “palavras flutuantes” fazem uma referência-que-mais-parece-plágio com Uma Mente Brilhante.

Por falar nisso, Dirt, em seu aspecto visual, flerta perigosamente com o brega. Além das letrinhas saltitantes, temos a seqüência inicial com as capas de revistas imaginadas pro Spiller e as conversas por mensagem de texto. O defensor mais ortodoxo da série diria que é uma sátira ao glamour de Hollywood. Pra mim pareceu descuido de pós-produção. E a cena de Holt salvando sua (linda, linda) namorada você já assistiu recentemente – o que também é grave, já que a fonte em si nem era a seqüência mais original do universo.

Resta ao showrunner Matthew Carnahan (cuja maior credencial é o guilty pleasure Fastlane) saiba como tocar o barco. Torçamos por ele.

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Texto publicado originalmente no Teleséries.

Já participei de diversas discussões, tanto aqui no Teleséries quanto em outros sites sobre o tema Cinema X TV. Por incrível que pareça ainda tem gente que simplesmente joga as séries em um patamar abaixo, fechando os olhos para o enorme salto de qualidade (tanto técnico quanto narrativo) que a mídia vem tendo nos últimos anos. E um dos argumentos mais interessantes sobre esse “conflito” é que até mesmo a premiação da TV está se mostrando mais liberal/mente-aberta do que sua contraparte cinematográfica. Vejamos: o Oscar preferiu não dar ao prêmio ao filme que retrata o amor de dois homens (Brokeback Mountain) e entregou-o ao drama racista sobre o racismo (Crash). Uma saída completamente covarde. Enquanto isso, o Emmy premia 24 Horas – série de ação com grande crítica política. Seria muito mais fácil escolher Grey’s Anatomy (que também é uma ótima série, mas não é esse o ponto), drama o sobre a vida – sexual – de médicos internos de um hospital.

Alguns das razões que confirmam o acerto da premiação para 24 Horas este ano:

A série possui cenas de ação com produção e ritmo e cinematográficas – ou até mesmo superiores, já que aqui não temos irritantes câmeras lentas (Michael Bay) ou uma edição altamente masturbatória (Tony Scott), apenas para citar dois, errrr, ícones dos filmes do gênero. Jon Cassar ganhou o Emmy de melhor diretor em série dramática, a prova de que firulas demais são desnecessárias para deixar o espectador instigado.

Além disso, o protagonista é o asskicker-mor do audiovisual na atualidade: Jack Bauer, carinhosamente chamado de Deus por espectadores mais fanáticos (\o/), ele começou a série “apenas” como um agente federal dos mais competentes, mas com o tempo foi se tornando uma “máquina de resultados” de um frieza assustadora, frieza essa causada por causa da sucessão de eventos própria série – daí a genialidade do trabalho de composição de Kiefer Sutherland. Ele é a mola propulsora da série, tanto que anda influenciando diversos personagens do cinema. Ou alguém ainda não sabe da onde saíram as novas roupagens de Missão Impossível – que pegou mais coisas de Alias, por causa de J.J., mas tá valendo – e – agora sim – James Bond?

Dificilmente o Emmy seria entregue para algo “descerebrado”. Ou seja, a ação pela ação não garantiria nada. Mas eis que entra o mais delicado dos ingredientes: a subtexto político. Depois de quatro temporadas onde terroristas de todas as partes do globo foram usados como ameaça aos EUA – a série deu uma de suas guinadas mais inteligentes e ao mostrar que o perigo pode vim da própria Casa Branca, numa sensação que várias pessoas, principalmente quem não mora por lá, sente todos os dias. Gregory Itzin, na melhor interpretação de sua vida (daquelas que a gente nem precisa ver as outras pra afirmar isso), criou a simbiose perfeita entre Bush e Nixon – refletindo o que um grande número de pessoas pensa de seus governantes, não só os EUA. E o pior/melhor de tudo: ele é facilmente o mais real dentre os presidentes da série, já que não é excessivamente (e utopicamente) correto como David Palmer (e Keeler não chegou a aparecer muito).

Ainda por cima, há o fator “conjunto da obra”, que aqui cai que é uma beleza, já que além de reconhecer os cinco anos de trabalho (da mesma forma que Família Soprano em 2004), o prêmio vai pra aquela que foi realmente a melhor série da temporada.

Foram dois anos seguidos em que o Emmy fez justiça. Mas esse ano a coisa parece ser mais difícil, já que algumas das melhores séries da temporada estão em canais menores, como Battlestar Galactica (Sci-Fi) e Dexter (Showtime). Se bem que a sexta temporada de 24 Horas chega em janeiro nos EUA e em março no Brasil. Até lá, as coisas devem mudar. Ou você ainda duvida da força do “Drop the Gun!”?

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