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Archive for maio \31\UTC 2007

Foi uma finale estranha.

Com alguns ajustes (talvez uma subtrama para Wilson e Cuddy, que foram apenas figurantes) poderia até mesmo ser uma series finale. O casal cubano que atravessou o oceano para ser tratado por House (Fidel deixou eles saírem? A alfândega deixou eles entrarem no país?) se apresentou como um desafio mais complicado do que se podia se pensar a princípio. A resposta do nosso Doutor preferido ao descobrir do que se tratava foi priceless:

“It wasn’t human error. It was God’s error.”

A relação de House com seus três pupilos atingiu contornos inesperados nesse episódio (dificilmente eles manterão o desfecho mostrado aqui). Os roteiristas terão que se esforçar para fazer algo crível.

E o diálogo que Greg tem com Foreman nos minutos finais foi brilhante, e talvez tenha sido ainda melhor para os mais fanáticos que adoram discutir a psique do personagem (Fer? ;).
E apesar da temporada 2006-2007 ter acabado oficialmente com a finale de Lost, nem todas as séries se encerraram. A series finale de Studio 60 – com um desfecho, já que o destino do show já estava selado quando os últimos roteiros foram escritos – vai ao ar no final de junho. E daqui a dois domingos, tem o mais-que-esperado fim de Família Soprano – que se minha faculdade deixar, terá cobertura exclusiva desse humilde blog. 🙂


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O post tem spoilers, etc.

Melhor episódio da série? É só o que consigo pensar sobre Through the Looking Glass. O tal “game-changer” prometido foi realmente brilhante. Se tem uma série que sempre foi boa de finais de temporada e de cenas finais de temporada foi Lost (lembrem-se da câmera descendo escotilha adentro e da dupla de brasileiros na Antártida). E se Cuse e Lindelof não quiseram terminar o terceiro ano da série com uma imagem da ilha, é porque eles sabiam que nada seria mais impactante do que um Jack-do-futuro dizendo à Kate, em prantos, que eles não deveriam ter saído da ilha. Bravo, Lost.

PS: Fer, roubei sua foto!

PS2: desculpe, Kyle Chandler, mas tirei seu nome da minha cédula de votação da Sociedade e coloquei o Fox. Ele é mais ator que você.

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Por favor, Deuses da TV, façam com que 24 Horas se reinvente no próximo ano. A fórmula já cansou. E o pior de tudo é que vimos a sexta temporada se despedaçar diante de nossos olhos. Depois de um começo excepcional, vimos uma sucessão de erros e repetições de subtramas de temporadas passadas. Sem falar no Casal Logan, que foi parar na Berhoozland.

A única coisa que se manteve sempre constante (além de Kiefer Sutherland – mas esse não conta), foi Peter MacNicol, como o Chefe de Gabinete Tom Lennox. Como 9 entre 10 bons personagens, ele não é branco nem sombrio. Tom se situa numa misteriosa zona cinzenta, onde suas decisões podem rapidamente passar do heroismo à pilantragem, de acordo com o que ele acha ser melhor para o páis. E dar algumas das melhores falas da temporada para um personagem desses é sempre um bônus. MacNicol não é nenhum novato, já foi vencedor de Emmy por Ally MacBeal e atualmente faz parte do elenco fixo de Numb3rs.

Que no próximo não tenhamos nada de CTU, incluindo até mesmo Chloe (a reviravolta envolvendo a personagem dela na finale foi de uma picaretagem tremenda). Mas que dêem um jeito de trazer Mr. Lennox de volta, please (nem que seja por um arco).

Coincidência ou não, a última cena da temporada serve como metáfora para o show. 24 Horas se encontra numa encruzilhada. O que irá acontecer? A série se suicidará ou renascerá das cinzas, como Jack Bauer já fez tantas vezes?

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