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Archive for setembro \30\UTC 2007

The Goddess

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Se o Anderson continuar me mandando essas coisas, vou ser obrigado a ver Heroes.

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Carta à Allison Mack

Querida Allison Mack,

Sou seu fã número 1. Te adoro, de verdade. Mas não sou um stalker, como aqueles que a sua personagem costumava ter na série. Mesmo se eu fosse, minha renda não me permite ir ao Canadá te conhecer melhor. Na melhor das hipóteses, uma prima minha que mora em Winnipeg pode aparecer aí em Vancouver te pedir um autógrafo, tudo bem?

Mas paremos com a puxação de saco. Você já deve imaginar o conteúdo dessa carta: a porcaria que a sua série se tornou. Você é na realidade o único motivo que me fez assitir a premiere da sétima na temporada. Creio que você já tenha recebido outras mensagens com o mesmo conteúdo. Ou não. Já que o nível de inteligência dos espectadores da série deve estar caindo ano após ano. Só alguém com neurônios a menos pra achar tamanha estupidez ‘legal’ ou ‘sensacional’, como já andei lendo por aí.

Como conseguem pisar em cima da própria mitologia que a série criou ano após ano? A Supergirl já tinha aparecido na série! Claro, não era a verdadeira. Se tratava de um truque de Jor-El. Mas a graça estava justamente aí: mais uma das criativas reviravoltas imaginadas por Alfred Gough e Miles Millar quando eles ainda se importavam com a criação deles, e não estavam roteirizando A Múmia 3 (!).

E me desculpe, mas por mais que eu me importe com a sua personagem, eu sabia que Chloe sairia numa boa*. Se tem uma coisa que aprendi com a porcaria do arco do acidente naval em Grey’s Anatomy, é que quando um dos personagens principais corre perigo de morte, ele sempre se sai bem. E através do episódio que o Tarantino dirigiu em CSI, eu descobri que pessoas trancafiadas sempre saem vivas. Espectador bem informado é assim.

E o que dizer de Lex (que nem a interpretação do seu colega Michael Rosenbaum se salvou dessa vez)? Ele virou bonzinho agora? Mas a mesma coisa não tinha acontecido com o pai dele dois anos atrás? E já que estamos falando dele. Lembra da batalha que ele teve com Clark enquanto estava possuído pelo General Zod ano passado foi sistematicamente copiada, só trocando ele por Bizarro (em que Tom Welling imita com perfeição o jeito de falar de Keanu Reeves – e isso não é um elogio). Mas pelo menos Rosenbaum é um cara esperto e vai pular fora da barca no final dessa temporada.

Pra falar a verdade, não é só ele que vai cair fora. Me despeço oficialmente da obrigação de assistir Smallville semanalmente. Exceção feita caso seja anunciado o fim da série nessa temporada. Assim terei a chance de assistir o episódio que você dirigirá em breve. Te desejo toda a sorte do mundo. Mas como há grandes chances do roteiro que te entregarem ser uma porcaria, acredito que não há como operar um milagre, infelizmente.

Então se cuide. Se possível, peça as contas do programa e não retorne na próxima temporada. Quero ver você fazendo coisas melhores. E caso aceite renovar o contrato, pode pedir um salário bem gordo. Apesar do canal pequeno e da audiência tímida que vocês têm nos EUA, Smallville é um grande sucesso ao redor do mundo, incluindo aqui no Brasil. Sabe como é, país subdesenvolvido tem memória curta. Não percebem que estão assistindo uma versão (mal) reciclada das temporadas anteriores…

Atenciosamente,

Juliano

*PS: não vamos nem falar da Lana, OK?

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Como foi a minha midseason

Damages – Excelente drama ‘jurídico’. Sim, entre aspas mesmo. A temporada já passou da metade e até agora não houve nenhuma cena de tribunal. A série é muito mais centrada nos preparativos da coisa toda. É o tipo de programa que seria escrito por Gregory House, se ele fosse roteirista de TV. Todos mentem durante todo o tempo, com exceção da nova pupila da personagem de Glenn Close (que lembra um pouco a Cameron das primeiras temporadas). E falar da Close é chover no molhado. Suas 29 facetas apresentadas a cada episódio surpreendem a impressionam qualquer um. Como não poderia deixar de ser em uma série do FX, mocinhos e bandidos não são facilmente identificáveis. Todos tem algo a esconder. O suposto vilão da história (Ted Danson, em uma interpretação que vai te fazer esquecer que ele já foi ator cômico) em muitos momentos parece mais uma vítima da advogada interpretada por Close do que qualquer outra coisa. E o arco principal da história (o caso Frobisher) termina nesta temporada. Sem linguiças.

Californication – Nova empreitada de David Duchovny. E contrariando o bom senso, afirmo: é o papel da vida dele. Sempre achei ele um ator limitado, mas aqui a canastrice dele cai como uma luva. Seu Hank Moody sempre parece desligado, ausente. Mas isso é perfeitamente explicado tanto pelo ‘sea of pointless pussy’ que ele navega para tentar esquecer que sua ex e sua filha não vivem mais ele, assim como sua ‘Californização’, já que o personagem é de Nova York e se sente como um estranho no ninho em Los Angeles. E de bônus ainda temos muitos peitos a mostra. Quer coisa melhor?

Entourage – a quarta temporada foi bacana e tal, mas levemente inferior à terceira. A série abriu o Ano 4 com o excepcional Welcome to the Jungle, um documentário do (fictício) filme Medellin, com direito à diretor pulling out a Coppola e tudo. Os dois episódios seguintes a esse e os três últimos fizeram parte do arco principal da temporada, com direito a negociações de contrato, cachês, roteiros e outras coisas de Holywood. O miolo da temporada se distanciou dessa história, apresentando diversas histórias paralelas, que apesar de não acrescentar nada à trama, jamais deixam de ser divertidas. O agora bicampeão do Emmy Jeremy Piven não deve ganhar o terceiro troféu tão facilmente, já que ele não teve nenhum episódio centrado nele como Exodus e Manic Monday das temporadas anteriores, apesar de seu desempenho em Snow Job ser brilhante (mesmo a participação dele sendo coadjuvante).

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Música da Semana

David Bowie – ‘Ashes To Ashes’

Do you remember a guy that’s been
In such an early song
I heard a rumour from Ground Control
Oh no, don’t say it’s true

They got a message from the action man
“I’m happy, hope you’re happy too
I’ve loved all I needed to love”
Sordid details following

The shreiking of nothing is killing
Just pictures of Jap girls in synthesis and I
ain’t got no money and I ain’t got no hair
But I’m hoping to kick…but the planet is growing

Ashes to Ashes, funk to funky
We know Major Tom’s a junkie
Strung out on heaven’s high
Hitting an all-time low

Time and again I tell myself
I’ll stay clean tonight
But the little green wheels are following me
Oh no, not again

I’m stuck with a valuable friend
“I’m happy, hope you’re happy too”
One flash of light…but no smoking pistol

I’ve never done good things
I’ve never done bad things
I’ve never done anything out of the blue, woh-o-oh

Want an axe to break the ice
Want to come down right now

A culpa toda é da Fer. E do Gene Genie, claro.

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