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Archive for março \25\UTC 2008

The King

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Steve Wiebe é mais um daqueles personagens que o cinema adora abordar. O ‘regular man’ que tem uma missão nada fácil. Ele já foi derrotado pela vida várias vezes, e agora ele quer muito ser vitorioso. Mais que isso, ele precisa ser vitorioso. A diferença aqui é que Steve não é simplesmente um personagem. É uma pessoa de verdade.

O maior mérito de The King of Kong é que o filme consegue deixar todo mundo preso na ponta do sofá. Nós queremos que Wiebe consiga. Vibramos cada vez que ele supera um de seus obstáculos (alguns deles bem injustos, diga-se, mas isso faz parte da brincadeira) e viramos o rosto a cada fracasso dele.

E a prova irrefutável de que o filme funciona – há como ficar indiferente depois da última reviravolta da história?

(The King of Kong; dir: Seth Gordon; 2007)

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Put*mer*a

 

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Sério que Ashes to Ashes é escrita pelos mesmos roteiristas que Life on Mars? O episódio de quinta passada foi o fundo do poço. Aqueles dez minutos minutos no terceiro ato (quem viu sabe) são incrivelmente ruins, nível Smallville de pieguice e previsibilidade (e quando a Alex consegue o ‘impensável’, lembrei imediatamente da Jenna Fischer berrando “It’s a miracle!” no final de Walk Hard – detalhe que o filme é uma sátira).

Muito medo da season finale dessa quinta.

(e não, o Chris não morreu.)

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Thank You

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O que separa The Closer de outras séries do gênero é que aqui não há soluções mirabolantes. O que vale é o princípio na Navalha de Occam: a solução é quase sempre a mais simples de todas. Ou seja, na maioria das vezes, o assassino é o mordomo, assim como na vida real. Isso acaba por adicionar uma camada extra de realismo nas histórias.

Não é só isso que torna The Closer tão natural. O próprio elenco evita chamar a atenção pra si mesmo. Até mesmo a incensada Kyra Sedgwick tem uma atuação bem menos explosiva do que poderia se imaginar para uma atriz tão premiada. Tá, ela tem um indefectível sotaque sulista, mas é bem menos indiscreto do que o de um Sawyer ou um Eric Tayler, pra citar dois exemplos. E claro, ela é uma interrogadora brilhante, o que acaba por aproximá-la de outros kickasses dos programas investigativos como Gil Grisson e Gregory House.

Voltando ao realismo do primeiro parágrafo, ele acaba por fazer com que a série transcenda as próprias intenções. Os episódios acabam se tornando contos certeiros sobre a crueldade humana. Em Fantasy Date, não há como não ficar perplexo depois de ver que alguém pode ser tão filhodaputa. E o show seguinte, You Are Here, consegue proeza ainda maior: o vilão do episódio é a pessoa que morre no começo. Ou pelo menos foi isso que eu entendi.

Ah sim, evite assistir se você está se sentindo triste. As poucas piadas espalhadas pelos roteiros não vão fazer você se sentir menos depressivo.

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Sábias Palavras

Penny: “Por quê todos os caras não podem ser como você?

Leonard: “Por que se todos fossem como eu, a raça humana não sobreviveria.”

(The Big Bang Theory, episódio 1×06 – The Middle Earth Paradigm)

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BSG no Letterman

Tá muito longe de ser genial. Mas a fala do Coronel Tigh é engraçada, pô.

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Que série deliciosa essa The Big Bang Theory. Rolou altas identificação com os protagonistas. Isso que eu não sou assim um nerd tão esteriotipado (fiz um teste esses dias e o resultado dizia que eu era 40% só – que audácia). Mas a dificuldade de se relacionar com pessoas desconhecidas do sexo oposto é parecidíssima. E o mais legal é que eles próprios se avacalham, não são os coitadinhos tentar catar a mina gostosa. E os amigos são bem engraçados.

E se você quiser tornar uma série cool, cite Battlestar Galactica.
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Primeiro episódio de Jezebel James foi bem legal. O segundo foi meio mé, mas valeu pela quote citando a Amy Winehouse. Duas coisas:

– aquela laugh track NÃO DEVERIA estar ali.

– vontade incontrolável de assistir Gilmore Girls. Dejá vu da época em que Studio 60 estreiou.

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A Fer disse que Flight of the Conchords era legal e tudo mais. E lá fui eu assistir. Desisti antes do fim do primeiro episódio. Nem as músicas são boas. Quer dizer, não chega a ser ruim. Mas quando você dormiu apenas 5 horas na última noite, assistir uma série ‘musical’ em que nem as músicas prestam cansa a beleza.

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A Christine passou todo o último episódio correndo atrás de um baseado. Meu palpite pra próxima semana: ela viaja pra Flórida e esquece o filho em casa. Não que haja algo de errado com isso.

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A Morte de Cebolinha

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Eu ia ver Lost agora, mas precisava vir postar essa.

Essa noite eu sonhei que estava lendo uma revista da Turma da Mônica. Cebolinha e Cascão estavam caminhando juntos quando de repente o primeiro cai num ‘lago congelante’. Ele tenta sair mas seus pés congelam e ficam presos no fundo do lago. Cascão, como bom amigo que é, pula na água (!!!!!!!!) pra tentar libertar o amigo, mas seus esforços são em vão.

Isso acontece nas primeiras 20 páginas do gibi. O resto da história é um tratado sobre fé, amizade e sensacionalização da mídia, provocados/catalizados pela morte do querido troca-letras da Rua do Limoeiro. Não lembro de nenhuma passagem em especial dessa segunda parte (talvez a imagem de uma igreja lotada, mas só), já que eu só conseguia prestar atenção no fatídico primeiro ato da HQ.

(Se eu fosse fã da Marvel, diria que estou lendo muita Guerra Civil, mas não é este o caso.)

Bizarro.

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