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Archive for julho \31\UTC 2008

Greve dos roteiristas. Quem não estava protestando durante os piquetes devia estar em casa coçando o saco. Certo? Não para Joss Whedon (Buffy, Angel, Firefly e a vindoura Dollhouse). Ele desenvolveu junto com amigos e família Dr. Horrible’s Sing Along Blog, um musical em três atos, para ser exibido pela internet. Trata-se de uma espécie de resposta aos grandes estúdios (o projeto foi pago com o dinheiro do próprio Whedon), mas é bem mais que isso. O filme (juntando todas as partes, se obtem um média-metragem de pouco mais de 40 minutos) é uma típica obra de autor, com várias das características que fizeram de Joss um dos roteiristas/diretores de TV mais aclamados dos últimos anos.

Pra começar, é um musical. E vamos apenas dizer que Once More, With Feeling (episódio da sexta temporada de Buffy) é o meu musical predileto dessa década (incluindo filmes). Esse fica atrás, mas nunca deixa de ser ótimo. A historinha é a seguinte: Dr Horrível (Neil Patrick Harris) é um supervilão que planeja fazer parte da Evil League of Evil, e para isso precisa combater o seu nêmesis, Capitão Martelo (Nathan Fillon). Entre eles, é claro, um interesse romântico – Penny (Felícia Day). O detalhe é que Horrível tem um videoblog, onde detalha todas as suas aventuras (daí o nome da produção). A cada reviravolta cômica ou trágica, os fãs assíduos notarão o dedo de Whedon em cada diálogo, em cada enquadramento. (mais…)

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Gilmore Girls sempre foi uma série que tive curiosidade em assistir. Mas aquela coisa, né. Sete fracking seasons. As únicas séries de TV Aberta de sete temporadas que assisti em maratona foram The West Wing e Buffy. Vejam bem, estou falando de Aaron Sorkin e Joss Whedon, dois dos maiores Midas que a telinha já conheceu. Então sempre rolava aquela preguiça de ver uma série de mulherzinha criada por um casal de sobrenome engraçado que nunca foram sequer indicados ao Oscar*. (mais…)

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(pra entender o que é, leia aqui)

1. Emprego meio-turno é o que há. Dá tempo até de fazer academia.

2. Eu juro que tento levar a sério alguém que ainda insiste em Smallville. Mas é difícil. Mentira, nem tento.

3. Ixi, acho que exagerei. Vou pegar meus Mp3s e dar mais uma chance. Ou não.

4. Atualmente eu tenho outras prioridades. Mas quem sabe numa daquelas promoções malucas da Gol? Mas se a Bell continuar em Heroes, o amor vai se esvair rapidinho.

5. Eu trabalho em um PC e quando estou em casa, passo a maior parte do tempo no PC. Se alguém disser que passo muito tempo no PC, mando ele tomar no PC, digo…

6. Uma amiga minha me mandou UMA NOVENA VIA ORKUT dia desses. Pensei até em fazer todo um post sobre a imbecilidade na internet e blábláblá, mas fiquei com preguiça. E putz, acabo de ver que a Fer me desafiou em outro memê. Ela deve ser a única pessoa do planeta que respeito nesse quesito, haha.

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Hoje, a música da minha vida é essa, sem tirar nem por.

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Também descobri que minha mãe é a versão brasileira da Emily Gilmore. Agora tudo faz muito sentido.

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Depois disso, acho que nem preciso mais de terapia. Já tive o meu breakthrough. Mas In Treatment ainda foi a melhor coisa da temporada passada.

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You shall not pass!

Taí um filme que eu queria ter achado mais engraçado. Ressaca de Amor (Forgetting Sarah Marshall, Nicholas Stoller, 2008 ) é mais uma comédia da trupe de Judd Apatow, é protagonizada por dois dos atores mais talentosos surgidos na TV nos últimos anos e é roteirizado por um deles. Deveria ser uma das melhores comédias do ano, não?

O problema é que Jason Segel escreve sex jokes como se tivesse 4 anos de idade. (mais…)

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Peguei daqui.

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Enfim, assistam.

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