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Archive for the ‘24’ Category

A passagem de tempo em 24 Horas

Já li algumas coisas (muitas delas equivocadas) sobre a passagem de tempo em 24 Horas. Apresento aqui um cálculo simples e exato para descobrir quanto tempo se passou desde o Day One até o telefilme Redemption, exibido no último domingo na FOX gringa.

Qual o segredo para fazer uma conta tão precisa? Usar os mandatos presidenciais como referência. (mais…)

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Damages (FX, 07/01) – eu estou muito longe de ser um entusiasta da série (como o Felipe bem explicou), mas só de ver o trailer (sem som), já deu uma vontadezinha de ver a segunda temporada. Pô, tem Marcia Gay Harden, Timothy Oliphant e William Fucking Hurt! Sem falar da Glenn Close e do Ted Danson, que podem ser qualquer coisa, menos atores ruins (vou fazer de conta que a Rose Byrne não existe).

24 (FOX, 11/01) – o sexto ano foi decepcionante, mas eu confio que o tempo de gestação que essa temporada teve vai ajudar bastante. Só espero que a desculpa pra trazer Tony de volta dos mortos (como vilão E de bigodinho) seja suficientemente criativa pra não desviar minha atenção. (mais…)

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Por favor, Deuses da TV, façam com que 24 Horas se reinvente no próximo ano. A fórmula já cansou. E o pior de tudo é que vimos a sexta temporada se despedaçar diante de nossos olhos. Depois de um começo excepcional, vimos uma sucessão de erros e repetições de subtramas de temporadas passadas. Sem falar no Casal Logan, que foi parar na Berhoozland.

A única coisa que se manteve sempre constante (além de Kiefer Sutherland – mas esse não conta), foi Peter MacNicol, como o Chefe de Gabinete Tom Lennox. Como 9 entre 10 bons personagens, ele não é branco nem sombrio. Tom se situa numa misteriosa zona cinzenta, onde suas decisões podem rapidamente passar do heroismo à pilantragem, de acordo com o que ele acha ser melhor para o páis. E dar algumas das melhores falas da temporada para um personagem desses é sempre um bônus. MacNicol não é nenhum novato, já foi vencedor de Emmy por Ally MacBeal e atualmente faz parte do elenco fixo de Numb3rs.

Que no próximo não tenhamos nada de CTU, incluindo até mesmo Chloe (a reviravolta envolvendo a personagem dela na finale foi de uma picaretagem tremenda). Mas que dêem um jeito de trazer Mr. Lennox de volta, please (nem que seja por um arco).

Coincidência ou não, a última cena da temporada serve como metáfora para o show. 24 Horas se encontra numa encruzilhada. O que irá acontecer? A série se suicidará ou renascerá das cinzas, como Jack Bauer já fez tantas vezes?

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Texto publicado originalmente no Teleséries.

Já participei de diversas discussões, tanto aqui no Teleséries quanto em outros sites sobre o tema Cinema X TV. Por incrível que pareça ainda tem gente que simplesmente joga as séries em um patamar abaixo, fechando os olhos para o enorme salto de qualidade (tanto técnico quanto narrativo) que a mídia vem tendo nos últimos anos. E um dos argumentos mais interessantes sobre esse “conflito” é que até mesmo a premiação da TV está se mostrando mais liberal/mente-aberta do que sua contraparte cinematográfica. Vejamos: o Oscar preferiu não dar ao prêmio ao filme que retrata o amor de dois homens (Brokeback Mountain) e entregou-o ao drama racista sobre o racismo (Crash). Uma saída completamente covarde. Enquanto isso, o Emmy premia 24 Horas – série de ação com grande crítica política. Seria muito mais fácil escolher Grey’s Anatomy (que também é uma ótima série, mas não é esse o ponto), drama o sobre a vida – sexual – de médicos internos de um hospital.

Alguns das razões que confirmam o acerto da premiação para 24 Horas este ano:

A série possui cenas de ação com produção e ritmo e cinematográficas – ou até mesmo superiores, já que aqui não temos irritantes câmeras lentas (Michael Bay) ou uma edição altamente masturbatória (Tony Scott), apenas para citar dois, errrr, ícones dos filmes do gênero. Jon Cassar ganhou o Emmy de melhor diretor em série dramática, a prova de que firulas demais são desnecessárias para deixar o espectador instigado.

Além disso, o protagonista é o asskicker-mor do audiovisual na atualidade: Jack Bauer, carinhosamente chamado de Deus por espectadores mais fanáticos (\o/), ele começou a série “apenas” como um agente federal dos mais competentes, mas com o tempo foi se tornando uma “máquina de resultados” de um frieza assustadora, frieza essa causada por causa da sucessão de eventos própria série – daí a genialidade do trabalho de composição de Kiefer Sutherland. Ele é a mola propulsora da série, tanto que anda influenciando diversos personagens do cinema. Ou alguém ainda não sabe da onde saíram as novas roupagens de Missão Impossível – que pegou mais coisas de Alias, por causa de J.J., mas tá valendo – e – agora sim – James Bond?

Dificilmente o Emmy seria entregue para algo “descerebrado”. Ou seja, a ação pela ação não garantiria nada. Mas eis que entra o mais delicado dos ingredientes: a subtexto político. Depois de quatro temporadas onde terroristas de todas as partes do globo foram usados como ameaça aos EUA – a série deu uma de suas guinadas mais inteligentes e ao mostrar que o perigo pode vim da própria Casa Branca, numa sensação que várias pessoas, principalmente quem não mora por lá, sente todos os dias. Gregory Itzin, na melhor interpretação de sua vida (daquelas que a gente nem precisa ver as outras pra afirmar isso), criou a simbiose perfeita entre Bush e Nixon – refletindo o que um grande número de pessoas pensa de seus governantes, não só os EUA. E o pior/melhor de tudo: ele é facilmente o mais real dentre os presidentes da série, já que não é excessivamente (e utopicamente) correto como David Palmer (e Keeler não chegou a aparecer muito).

Ainda por cima, há o fator “conjunto da obra”, que aqui cai que é uma beleza, já que além de reconhecer os cinco anos de trabalho (da mesma forma que Família Soprano em 2004), o prêmio vai pra aquela que foi realmente a melhor série da temporada.

Foram dois anos seguidos em que o Emmy fez justiça. Mas esse ano a coisa parece ser mais difícil, já que algumas das melhores séries da temporada estão em canais menores, como Battlestar Galactica (Sci-Fi) e Dexter (Showtime). Se bem que a sexta temporada de 24 Horas chega em janeiro nos EUA e em março no Brasil. Até lá, as coisas devem mudar. Ou você ainda duvida da força do “Drop the Gun!”?

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1º Cavalca TV Awards

Chegou a hora de eleger os melhores da temporada 2005-2006. Depois de assistir as principais série, escolhi os vencedores.

Tem muito série que eu gostaria de ter assistido, mas ainda não deu tempo de alcançar a exibição atual. Se eu fosse assistir tudo o que eu quero, a lista só sairia em 2009. Daí o prêmio perderia seu propósito, não?

Estou sem muito saco de comentar categoria por categoria, mas quem acompanha meus comentários aqui e no Teleséries, sabe o que eu penso de cada série/ator/atriz premiado(a).

Os vencedores estão com o nome destacado. Qualquer dúvida, é só comentar.

Série Drama

Battlestar Galactica – 2ª Temporada

House – 2ª Temporada

Lost – 2ª Temporada

Prison Break – 1ª Temporada

24 Horas – 5ª Temporada

Série Comédia

Arrested Development – 3ª Temporada

My Name is Earl – 1ª Temporada

Everybody Hates Chris – 1ª Temporada

Extras – 1ª Temporada

The Office – 2ª Temporada

Série Nova

Everybody Hates Chris

Extras

My Name is Earl

Prison Break

Roma

Ator Drama

Edward James Olmos – Battlestar Galactica

Hugh Laurie – House

Julian McMahon – Nip/Tuck

Kiefer Sutherland – 24 Horas

Matthew Fox – Lost

Atriz Drama

Kristen Bell – Veronica Mars

Jennifer Garner – Alias

Joely Richardson – Nip/Tuck

Mary McDonnell – Battlestar Galactica

Polly Walker – Roma

Ator Comédia

Charlie Sheen – Two and a Half Men

Jason Bateman – Arrested Development

Jason Lee – My Name is Earl

Steve Carell – The Office

Zach Braff – Scrubs

Atriz Comédia

Felicity Huffman – Desperate Housewives

Julia Louis-Dreyfus – The New Adventures of Old Christine

Marcia Cross – Desperate Housewives

Tichina Arnold – Everybody Hates Chris

Ator Coadjuvante Drama

Terry O´Quinn – Lost

Gregory Itzin – 24 Horas

Naveen Andrews – Lost

John Glover – Smallville

Peter Stormare – Prison Break

Atriz Coadjuvante Drama

Chandra Wilson – Grey’s Anatomy

Jean Smart – 24 Horas

Katee Sackhoff – Battlestar Galactica

Kate Walsh – Grey’s Anatomy

Sandra Oh – Grey’s Anatomy

Ator Coadjuvante Comédia

David Cross – Arrested Development

Ethan Suplee – My Name is Earl

Rainn Wilson – The Office

Tony Hale – Arrested Development

Will Arnett – Arrested Development

Atriz Coadjuvante Comédia

Ashley Jensen – Extras

Jaime Pressly – My Name is Earl

Jessica Walter – Arrested Development

Jenna Fischer – The Office

Nicolette Sheridan – Desperate Housewives

Episódio Drama

Alias – “All the Time in the World”

Battlestar Galactica – “Downloaded”

Grey’s Anatomy – “What Have I Done To Deserve This?”

House – “Euphoria”

House – “No Reason”

Lost – “Man Of Science, Man Of Faith”

Prison Break – “Go”

Smallville – “Hidden”

24 Horas – “Day 5: 7:00 A.M.-8:00 A.M.”

24 Horas – “Day 5: 7:00 P.M.-8:00 P.M.”

Episódio Comédia

Arrested Development – “Developement Arrested”

Arrested Development – “S.O.B.s”

Arrested Development – “The Ocean Walker”

Everybody Hates Chris – “Everybody Hates the Pilot”

Extras – “Kate Winslet”

My Name is Earl – “Joy’s Wedding”

My Name is Earl – “Y2K”

The Office – “Christmas Party”

The Office – “Dwinght’s Speech”

The Office – “Take Your Daughter to Work Day”

Elenco Drama

Battlestar Galactica

House

Lost

Nip/Tuck

24 Horas

Elenco Comédia

Arrested Development

Desperate Housewives

Everybody Hates Chris

My Name is Earl

The Office

Ator Convidado

Henry Ian Cusick – Lost

Jeffrey Dean Morgan – Grey’s Anatomy

Martin Sheen – Two and a Half Men

Michael Emerson – Lost

Patrick Stewart – Extras

Atriz Convidada

Charlize Theron – Arrested Development

Kate Burton – Grey’s Anatomy

Kate Winslet – Extras

Kathryn Joosten – Desperate Housewives

Lena Olin – Alias

Ranking de indicados/premiados:

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The Number One

1ª Posição

“This is the longest day of my life.”


Nome: Jack Bauer
Interpretado por: Deus 2*
Série: 24 Horas
Emissora: Fox (EUA); Fox e Rede Globo (Brasil)

O que dizer de Mr. Bauer? Jack é uma lenda, um ícone da cultura pop. O Superman do século XXI. Aquele que sacrifica sua vida pessoal e seu bem-estar físico em busca de um bem maior. Aquele que já morreu e já ressuscitou para salvar os homens e sua própria pele (porque ele pode até ser Deus, mas não é burro de ficar dando bandeira por aí). Aquele que sempre resolve os problemas dos EUA – e conseqüentemente os do mundo – todos os anos. E já fazem cinco.

Falar de Jack Bauer também é falar de Kiefer Sutherland. Que encontrou o papel de sua vida justamente na televisão, depois de uma carreira não muito bem-sucedida no cinema. Sutherland injeta emoção em cada diálogo, em cada ação de seu personagem.

Numa época em que a sanidade mental do Emmy é questionada diariamente, as cinco indicações seguidas de Kiefer são um sinal de que nem tudo está perdido. E se há algo de bom na esnobada de Hugh Laurie, é que ela deixa o caminho livre para Bauer finalmente receber o prêmio máximo de sua carreira.

E por último, mas não menos importante:

“Drop the gun. DROP THE GUN!!!!!!”

Alguém ainda duvida que ele é Deus?

* onde o número 2 não significa necessariamente uma importância menor, apenas que ele é o segundo agraciado com o título de Deus. 🙂

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