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Archive for the ‘Battlestar Galactica’ Category

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Escrito por Jane Espenson e Seamus Kevin Fahey. Dirigido por Wayne Rose.

O grande defeito de The Face of the Enemy é saber que usaram um material tão bom em websodes, ao invés de colocá-lo num episódio regular da série.

Os acontecimentos são situados entre Sometimes a Great Notion e A Disquiet Follows My Soul e apesar de não serem essenciais para entender os rumos da série,  são a maior exposição que a série já deu à Felix Gaeta. Agora podemos compreender mais claramente as motivações dele em Disquiet. (mais…)

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Escrito por David Weddle e Bradley Thompson. Dirigido por Michael Nankin.

(SPOILERS, SPOILERS e SPOILERS. Considerem-se avisados.)

Frak you, Sepinwall. Prometi a mim mesmo que não leria os textos dele sobre os episódios finais de BSG antes de escrever os meus. Mas eis que acesso o fórum e leio uma frase dele que se encaixa perfeitamente aos meus pensamentos sobre Sometimes a Great Notion.

Chamou-me a atenção as semelhanças entre BSG e Lost que apareceram mais uma vez (e não falo apenas dos personagens complexos e do fim definido que ambas tem). Assim como na série de J.J.Abrams, a problemática inicial foi se tornando mais complexa com o passar do tempo. Não basta sair da ilha ou encontrar a terra. Os objetivos agora são maiores que esses. (mais…)

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Damages (FX, 07/01) – eu estou muito longe de ser um entusiasta da série (como o Felipe bem explicou), mas só de ver o trailer (sem som), já deu uma vontadezinha de ver a segunda temporada. Pô, tem Marcia Gay Harden, Timothy Oliphant e William Fucking Hurt! Sem falar da Glenn Close e do Ted Danson, que podem ser qualquer coisa, menos atores ruins (vou fazer de conta que a Rose Byrne não existe).

24 (FOX, 11/01) – o sexto ano foi decepcionante, mas eu confio que o tempo de gestação que essa temporada teve vai ajudar bastante. Só espero que a desculpa pra trazer Tony de volta dos mortos (como vilão E de bigodinho) seja suficientemente criativa pra não desviar minha atenção. (mais…)

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A segunda parte da quarta e última temporada deve começar a ser exibida em janeiro de 2009. So say we all.

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4×11“Sometimes a Great Notion”

Escrito por David Weddle e Bradley Thompson. Dirigido por Michael Nankin.

4×12 “A Disquiet Follows My Soul”

Escrito e dirigido por Ronald D. Moore.

4×13“The Oath”

Escrito por Mark Verheiden. Dirigido por John Dahl.

4×14 “Blood on the Scales”

Escrito por Michael Angeli

4×15 “No Exit”

4×16 “Deadlock”

4×17“Someone to Watch Over Me”

4×18 “Islanded in a Stream of Stars”

4×19 “Daybreak, Part I”

OBS: primeira parta da series finale.

4×20“Daybreak, Part II”

Escrito por Ronald D. Moore.

OBS: segunda parte da series finale. Será um episódo duplo, com aproximadamente 90 minutos de duração.

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“Who are these people, how do we want their stories to end, what is it really about? Once we did that, it all broke free. And then it was, “OK, this is what the finale is about.” And the plot was simple, the finale has a fairly simple through-line to it. But it’s really not about that. It’s really about these people you’ve taken this journey with and what the end of their stories are going to be.

So then I went off and wrote it. I didn’t write an outline this time. I had the basic cards in some sort of grouping and I went home with that. I pitched the network and the studio on the story and they loved it. I started to write it, and I wrote it sort of very organically. I’d write a scene, write what the next scene should probably be, then the next scene, the next scene. I just kept doing that and never went back. Just wrote it in one pass.

I finished my rough draft on a Friday and it was at 130 pages. I spent Saturday cutting 20 pages out and I turned it in Sunday and just waited to see what the reactions were. I went up to Vancouver and I started getting feedback kind of quickly – everyone wants to read the finale.

I was very not emotionally engaged with it, truth to tell. It was [a case of,] “I just have to write this,” and I was having to balance “Caprica” and “Virtuality” and getting really annoyed when everybody was interrupting me. I was just like, “Leave me alone, I’ve got to write this.”

Then I started hearing the actors were saying, “I was on the plane and I was crying and the guy next to me didn’t know what was wrong with me.” People were having these emotional responses, it was like, everybody was having this intense emotional reaction to it. And was just like, “Oh geez. Well, this is good.” But it still wasn’t hitting me.

It hit me when I was sitting in the pre-production meeting for the finale with all the department heads. The first assistant director goes through the script, you’re going through each scene, [and for example, he says,] “OK, we’re in CIC and Adama is there and Tigh is there and we need a stunt player.” It’s very businesslike, talking about how we’re going to make this. It’s essentially walking you through the script to see what it’s about.

And I’m sitting there, and we got to the end, and he started going through the last 10 pages, and I started to cry [Moore got choked up at this point, and his eyes got misty.] I was sitting there and it was… it was very…. it was hard. It was really the end.”

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Gênio.

Fonte: Chicago Tribune.

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Quem conhece a trajetória de Ronald D. Moore sabe que ele não possui nenhuma predileção por finais felizes. Ao contrário, ele aprecia desfechos sombrios que deixam o expectador com a pulga atrás da orelha.

E qual não foi a minha surpresa ao ver que o Sepinwall fez a mesma associação que eu sobre os segundos derradeiros do episódio. Aliás, nós concordamos em aproximadamente 92,39% sobre esse primeiro arco da quarta temporada de Battlestar Galactica que se encerrou na última sexta. Esse foi o principal motivo pra eu não ter escrito sobre a série ultimamente. É só ir ao blog dele pra ler algo muito similar aos meus pensamentos e com uma argumentação muito superior. (mais…)

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Lords of Sci-Fi

Três das séries mais promissoras da próxima temporada serão do canal FOX. E elas tem muito mais em comum do que a emissora. O moço da foto acima é o Ronald D. Moore, desenvolvedor do remake de Battlestar Galactica. Ele foi contratado pelo canal FOX para criar uma nova série entitulada Virtuality. Sinopse (by TVSquad): it involves a crew of a starship going on a 10-year journey to a distant solar system. To occupy themselves during they trip, they go into virtual reality machines to assume whatever identities and adventures they want. In short, it’s the holodeck. O segundo show é Dollhouse, de Joss Whedon (Buffy, Firefly), e segundo o Televisionary’s é assim: a beautiful enigma wrapped in a riddle, a gripping conspiracy story for the ages filled with urban legends, memory tampering, and long-buried secrets coming to the fore. It’s a Shakespearean story of hubris and likely vengeance, filled with sound and fury and signifying, well, lots. Por fim, a milionária Fringe, cria de J.J. Abrams, Roberto Orci, Alex Kurtzman e cujo showrunner será Jeff Pinkner (Alias, Lost). Resumo da ópera: a young female FBI agent who teams up with a scientist to investigate odd phenomena and other sci-fi happenings.

Apesar dos conceitos não serem exatamente originais (a de Joss me agrada um pouco a mais a que as outras duas), é muito bom ver que o canal está fazendo uma aposta quase certa na ficção científica, e que o fator mais importante é justamente quem está por trás das câmeras (nerds devem ser mais inteligentes que a média da população, creio).

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