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Archive for the ‘Buffy – The Vampire Slayer’ Category

Muito tempo atrás, quando eu ainda tinha saco pra escrever longos textos sobre as séries que eu assistia (exemplos aqui e aqui), eu planejava fazer um sobre Buffy – A Caça Vampiros. Um dos assuntos que eu comentaria seria o fato de que as principais séries que estão no ar hoje tem pelo menos um roteirista que passou pela série. Duvida? Então vamos lá: Jane Espenson (Battlestar Galactica [sendo que ela escreveu pra Gilmore Girls por um tempo]), David Fury (24 Horas, e um pouco antes disso, Lost – onde conseguiu uma indicação ao Emmy), Drew Goddard (Lost), Douglas Petrie (escreve pra CSI e é consultor de Pushing Daisies), Drew Greenberg (Dexter).

E chegamos em Marti Noxon. Ela teve uma rápida passagem por Grey’s Anatomy (onde co-escreveu a fatídica terceira parte da trilogia do acidente naval). Mas eis que vejo o nome dela como Consulting Producer nos últimos episódios Mad Men e como roteirista itself (ao lado de Matt Weiner) no episódio da semana passada (que foi ótimo, por sinal).

Tio Joss fez escola.

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A premiere de The Office me lembrou a razão da série ter ganhado o Emmy. Que elenco! Que texto! Eles atiram pra todos os lados, sem dó nem piedade. O que é Oscar (personagem que saiu do armário nesse episódio) se comparando à Ian McKellen? E a saudade falsa de Dwight? E Creed admitindo a possibilidade de ter dormido com um homem nos anos 60? E Michael chorando e beijando Oscar? E eu não sou shipper mas…Jim & Pam FOREVER.

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My Name is Earl começou bem da mesma forma, mas como diria o sábio Vidoni, Earl é aquela série divertida de se assistir, sem ser especialmente hilário. A única cena que me fez rir de verdade foi a que envolveu um balão de hélio.

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Extras também começou a sua segunda temporada. Convidado da semana: Orlando Bloom. Como é engraçado ver os atores botando os podres pra fora! “O Johnny Depp fez Edward-Mãos-de-Tesoura. E daí? Eu fiz o Legolas!“. Mas nada foi tão engraçado quanto ver Gervais tentar dirigir sua sitcom.

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“You were my Yoda!” – by Spike

Buffy está caminhando a passos largos para se tornar uma das minha séries preferidas. É legal ver como Joss Whedon foi o pioneiro de vários elementos que vemos aos montes em séries teen atuais (Smallville e Veronica Mars pra ser mais exato).

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E por fim, a estréia da terceira temporada de Grey’s Anatomy. Felizmente, Shonda Rhimes se eximiu dos tropeços da season finale passada e entregou um episódio emocionante, sem nunca (?) cair no piegas. Seria muito mais “choroso” colocar Izzie pra reconhecer o corpo de Danny, ao invés disso, foi Bailey. A cena continua tocante (principalmente, graças ao talento de Wilson), mas não fica parecendo algo “se emocionem AGORA!”.

Em diversas séries (Lost sendo o principal exemplar) cada episódio costuma ter algo como um ou dois desempenhos excepcionais. Pois aqui há nada menos do que QUATRO (!!!) atuações dignas de uma indicação ao Emmy: Oh, Wilson, Walsh e (para minha surpresa) Dempsey naquele que provavelmente foi seu melhor episódio em Grey’s Anatomy. Ele conseguiu transitar da ira (flashback da discussão com Addison, logo após ela ter dormido com o McSteamy) à emoção (ele admitindo para Meredith que é com ela com quem ele quer ficar).

Quando eu faleu de Justice mais abaixo, eu reclamei que a série não desenvolve seus personagens. Aqui é justamente o oposto. Só o monólogo de Callie (“nós todos somos atrasados sentimentalmente, todos temos 17 anos”) diz mais sobre ela (e todos os outros personagens) do que umas três temporadas do drama produzido por Bruckheimer.

E ainda tem o humor. Mesmo sendo meio bobinho, ele sempre funciona. Me peguei rindo com o destino da calcinha de Meredith no final do episódio e com a provável melhor frase do episódio, dita por ela:

“Am I the president of people with crappy lives?”

É, CSI vai ter uma missão quase hercúlea nessa temporada…

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O episódio dessa semana de House foi dirigido por Laura Innes. E o de Justice teve como diretor Paul McCrane. Seria uma conspiração para mim assistir ER? Porque, se eu começar e gostar, toda minha vida social depois de junho do ano que vem vai ficar comprometida (até lá eu já tenho o que assistir, hehe).

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Pensando seriamente em deixar de assistir Justice, by the way. O formato já é engessado (procedural…) e ainda por cima, limitam ainda mais. Será que eles vão ganhar todos os casos? E será que todos os clientes são inocentes? E será que não vão trabalhar a personalidade dos personagens? Tudo que eu sei é que Ron Turk é deliciosamente arrogante e que um dos ajudantes dele, cujo nome não lembro (o que não é bom sinal) é meio esquentado. Mas isso não se aplica aos réus em si, cuja vida é explorada ao fundo, com todos os podres que se possa imaginar. Mas eles só ficam na série por um episódio…

Aliás, isso é outra crítica: arcos mais longos, envolvendo o mesmo caso, fariam muito bem à Justice.


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Descobri que sou apaixonado pela Alyson Hannigan. Mas não pela atual, e sim pela que fez a segunda temporada de Buffy. Eu quero uma Willow pra mim!

E aquela dança da Buffy com o Xander no primeiro episódio da segunda temporada foi…sem palavras.


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Ainda sobre os Acústicos: tô escutando o do Roberto Carlos. Tirando aquelas duas músicas mais recentes, o resto é maravilhoso. Que letrista que ele era! Isso vale tanto pra músicas mais bobinhas (Parei na Contramão) quanto pras mais, digamos, engajadas sentimentalmente (Detalhes).


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