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Archive for the ‘Heroes’ Category

– Essa foto é genial! hahahahahaha! Uma das últimas cenas da (morna) primeira metade da segunda temporada de Prison Break. E temos a frase da semana: “You wanna take the bitch down?”. Ainda bem que volta daqui a dois meses, e não quatro, como era o plano original.

– A Rafaela escreveu um texto bem legal explicando porque devemos aceitar a nova faceta bitch de Veronica. Mas eu ainda não engulo. Tanto que as duas cenas mais legais da fall finale foram protagonizada por Logan. Ele terminando o namoro com Veronica e a sequência final, na cadeia. A resolução do mistério foi tensa, mas ainda sim inferior a das temporadas passadas (sorry, Fer, mas a cena do telhado é tudo de bom). O cliffhnager para o arco seguinte é instigante, vamos ver o que temos pra janeiro. E Rob Thomas, que tal dar mais atenção para seus personagens coadjuvantes a partir de agora? Weevil e Mac apareceram em quantos episódios? Três?

– A promo do próximo episódio de Heroes diz: “A Hero wil be Lost”. Poderia SER mais original?

– Pegando o gancho do comentário de cima:

Porque existe vida depois de Friends.

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– Poucas coisas são tão lindas quanto o sorriso de Allison Mack. Ponto.

– Notícias ruins pra quem gosta de Heroes. Tenho a impressão de que toda a primeira temporada será um grande primeiro ato. Ela servirá pra apresentar bem os personagens e situações, etc. Já passamos de um terço dos episódios e o quebra-pau parece bem distante. E a Google-girl é uma gracinha.

– Scofield chorando no confessionário? Hmmmmmmmmmmmmm. Mas o resto do episódio foi bom. Vamos ver se nessa reta final de fall season a coisa engrena de vez para Prison Break.

– Altas emoções no episódio dessa semana de Dexter. Com direito a revelação da identidade do suposto Ice Truck Killer. Hall é nada menos do que fantástico. Temos um provével vencedor de Globo de Ouro.

– Comecei a ver Sports Night. Que coisa boa aquilo! Aaron Sorkin é ídolo.

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– A Claire é uma graça, não? Não vou falar mais porque a atriz ainda é di menor…

– A qualidade da série aumenta proporcionalmente à medida que os personagens começam a se cruzar (e aqui eles tem motivo pra isso, não é que nem naquela baboseira do Six Degrees). É criativa e logisticamente impossível mostrar decentemente 8 personagens – cada um deles com um sub-núcleo de mais 3 ou 4 pessoas – em apenas 40 minutos.

– Meu personagem preferido é o Hiro (alguém ousa discordar?). Mas o segundo melhor é Nathan Petrelli. Ele é cinzento. Apesar de ser um dos heróis, ele não parece muito inclinado à usar seus poderes pra ajudar os outros. E como não admirar um personagem que faz uma contra-proposta ao ser chantageado?

– O pintor também é massa. Pena que ele ainda não recebeu um material decente para trabalhar. Mas não deixa de ser curioso que, pra usar seus poderes, ele precise se drogar.

– Muito legal essa sacada de acabar todos os episódios com a combinação cliffhanger + to be continued.

– Todos concordamos que, mais cedo ou mais tarde, o filho da Ana Hickmann cover vai apresentar poderes, certo?

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– Dança. Lésbica. Obrigado por tudo, Rob Thomas.

– E não é que a segunda temporada de My Name is Earl finalmente decolou? Depois de uma estréia mais ou menos (que empalidace ainda mais quando comparada com a premiere de The Office, que foi brilhante), a série achou o rumo. Os dois episódios seguintes estão entre os melhores do programa. E ainda introduziram continuidade. Good, very good.

– Quem quiser ler minha Spoiler Zone sobre a premiere de Smallville, clique aqui. E eu vou fazer um texto sobre Lost também, mas assistirei pelo menos mais um episódio antes de escrever.

– O terceiro episódio de Heroes foi dirigido por Greg Beeman e escrito por Jeph Loeb. Ambos já trabalharam em Smallville. E foi com um sorriso no rosto que eu vi um menino vestindo uma capa vermelha na cena onde um dos protagonistas está tentando voar, bem como o salvamento com “tempo congelado” feito por Hiro, o japa mais legal da TV gringa. Seria coincidência? Nãããã…

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Heroes


Absolutamente promissor. Não é o melhor piloto de todos os tempos, mas o tema e os personagens podem fazer de Heroes uma das grandes séries dessa década. E fico ainda mais esperançoso, sabendo que essa é uma versão ainda crua do episódio, que ainda será retocada. Isso resolverá alguns dos problemas, como a ausência do personagem do personagem do Greg Grunberg (que é um dos protagonistas), o excesso de fade-outs (talvez pra “despistar” sobre algumas das cenas cortadas), e a cena final, que poderia ter sido melhor executada. Tomara que arrumem isso.

E o melhor personagem é o japa. Disparado.

Cotação: 4,5/5

The Nine


Outro filhote de Lost. Mas aqui o enfoque não é o sci-fi – e consequentemente os seus mistérios – mas sim nas relações e interações entre um grupo de pessoas unidas por um determinado motivo (no caso, um sequestro), que é o aspecto que mais me fascina na série de J.J. Abrams.

Piloto interessante. Pode se tornar algo muito bom ou pode se revelar uma porcaria. O twist na cena final foi curioso, considerando os personagens envolvidos. E o elenco não é lá essas coisas – o que não muito bom, já que o importante aqui são os personagens. A única digna de nota é a Kim Raver (AKA Audrey de 24 Horas).

Cotação: 4/5

Jericho

Uma maneira rápida de definir a série é “bomba atômica cai em Everwood”. A cidade-título é de interior, bem bucólica, e as tensões familiares e afetivas correm soltas. Isso tudo antes do Armagedon (?) nuclear. A cena em que o garoto vê o cogumelo radioativo (a mesma usada nessa foto promocional) é belíssima, se é que existe beleza no fim do mundo. Enfim…

E o cliffhanger envolvendo o ônibus de presidiários é instigante.

Cotação: 4/5

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On The Next…post:

Aquaman (foi cancelada antes de começar. E daí?)


The Black Donnellys (só a narração já é melhor do que Crash)

– Studio 60 On The Sunset Strip (ou “Porquê Aaron Sorkin merece ir para o céu?”)

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