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Archive for the ‘Lost’ Category

Damages (FX, 07/01) – eu estou muito longe de ser um entusiasta da série (como o Felipe bem explicou), mas só de ver o trailer (sem som), já deu uma vontadezinha de ver a segunda temporada. Pô, tem Marcia Gay Harden, Timothy Oliphant e William Fucking Hurt! Sem falar da Glenn Close e do Ted Danson, que podem ser qualquer coisa, menos atores ruins (vou fazer de conta que a Rose Byrne não existe).

24 (FOX, 11/01) – o sexto ano foi decepcionante, mas eu confio que o tempo de gestação que essa temporada teve vai ajudar bastante. Só espero que a desculpa pra trazer Tony de volta dos mortos (como vilão E de bigodinho) seja suficientemente criativa pra não desviar minha atenção. (mais…)

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Lost Top 15

Já que estamos em clima de season finale, peguei o gancho daqui. Seguem os meus 15 episódios prediletos da série em ordem de exibição:

Pilot
Walkabout
Numbers
Deus Ex Machina
Exodus
The Other 48 Days
The 23rd Psalm
The Long Con
Live Together, Die Alone
The Man from Talahassee
One of Us
The Man Behind the Curtain
Through the Looking Glass
The Constant
The Shape of Things to Come

(e sim, esse foi um típico post linguiça)

UPDATE 30/05 às 22:35 (CONTÉM SPOILERS MODERADOS DA FINALE DE LOST) – Segundo o histórico da série, eu deveria riscar um desses nomes e colocar a finale do quarto ano no lugar. Mas isso não aconteceu. Se eu fiquei decepcionado? Depende. Obvio que eu esperava (ou melhor, eu queria) um episódio com o mesmo brilhantismo de Through the Looking Glass. Mas não nos esqueçamos que TLTG daqui pra frente sempre figurará em qualquer compilação de melhores momentos de todos os tempos das séries. E se Damon Lindelof e Carlton Cuse nem se arriscaram a fazer algo mais grandioso que o encerramento da terceira temporada é porque em termos práticos isso dificilmente seria concretizado. O que demonstra uma maturidade acima da média de parte dos showrunners. Coisa de quem sabe exatamente o que está fazendo e pra onde quer levar a história. E afinal de contas, não é como se o episódio tivesse sido mediano. Cliffhangers a parte (Jeremy, Claire, etc), o melhor momento foi o emocionante reencontro de Penny e Desmond (que já são um dos casais mais fofos que a TV introduziu nessa década). E OK, coelhos viajantes do tempo foi de rachar o bico rindo.

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O post tem spoilers, etc.

Melhor episódio da série? É só o que consigo pensar sobre Through the Looking Glass. O tal “game-changer” prometido foi realmente brilhante. Se tem uma série que sempre foi boa de finais de temporada e de cenas finais de temporada foi Lost (lembrem-se da câmera descendo escotilha adentro e da dupla de brasileiros na Antártida). E se Cuse e Lindelof não quiseram terminar o terceiro ano da série com uma imagem da ilha, é porque eles sabiam que nada seria mais impactante do que um Jack-do-futuro dizendo à Kate, em prantos, que eles não deveriam ter saído da ilha. Bravo, Lost.

PS: Fer, roubei sua foto!

PS2: desculpe, Kyle Chandler, mas tirei seu nome da minha cédula de votação da Sociedade e coloquei o Fox. Ele é mais ator que você.

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Quando o Passado é Chato

Sempre fui um dos maiores defensores dos flashbacks em Lost. Eles são a oportunidade perfeita para escaparmos provisoriamente da ilha e conhecermos melhor os personagens, afinal – repito pela 859.207ª vez – a série é sobre eles, e não sobre monstros de fumaça. Mas os tais flashbacks nunca foram atirados de qualquer maneira. Eles, além de sempre trazerem informações novas sobre os sobreviventes, possuíam uma conexão quase orgânica com os acontecimentos da ilha. Exemplos não faltam: Sawyer aplicando um golpe na sua ex-namorada enquanto fazia o mesmo em tempo real (The Long Con), Sayid admitindo a possibilidade de torturar alguém enquanto vemos que ele foi obrigado a fazer isso na Guerra do Golfo (One of Them), Locke dominando como ninguém o modus-operandi da ilha, por ser o primeiro a descobrir que ela é bem mais que um pedaço de terra cercado de água por todos os lados (Walkabout), entre muitos outros.

E chegamos à quarta temporada. E infelizmente os roteiros têm falhado em construir essa parte tão importante de Lost. É novidade pra alguém que Sawyer, apesar de um golpista, possuiu lá no fundo um bom coração? E eu já sei que Kate, mesmo sendo fugitiva, já tentara levar uma vida normal desde o terceiro episódio da série.

O único dos personagens que teve um flashback realmente interessante nesse arco inicial de temporada foi Locke – uma comunidade hippie que planta maconha às escondidas tem tudo a ver com ele, e quem não acha deveria rever toda a série. Isso sem contar a seqüência de sonho/alucinação que foi brilhantemente dirigida. E o personagem ainda tem o flashback mais antecipado de todos: como ele ficou paralítico?

Aonde eu quero chegar é…Lost caiu na sua própria armadilha. Com um número enorme de personagens e duas ou três subtramas diferentes, fica realmente difícil de engolir flashbacks que não acrescentam nada atropelando os episódios. E isso acaba fazendo com que justamente menos personagens apareçam – pra ter uma idéia, Sun e Jin apareceram apenas em um episódio desse arco inicial. Isso pode até ser bom pro departamento financeiro (menos atores a cada semana = menores gastos com cachês), mas do ponto de vista artístico isso é terrível. Será que fazer pelo menos um episódio focado no presente iria matar os produtores? Daí até teria como comparar, já que todas as manifestações à esse respeito estão dentro do campo das suposições.

Felizmente, a série se renova parcialmente todos os anos. E vamos ter pelo menos três estreantes como “protagonistas de episódio”: Ben, Juliet (que abrirá a segunda parte da temporada) e Paulo/Nikki (que provavelmente ganharão um flashback no estilo de Maternity Leave e Three Minutes, mostrando o que eles estavam fazendo desde que o avião caiu). Só espero que eles não morram logo…

PS: o cliffhanger do sexto episódio conseguiu me deixar tenso e curioso, o que é uma coisa boa, visto que ele é meio bobinho. Se bem que todos os ganchos tendem a parecem idiotas depois daquela que é a melhor cena final de temporada de todos os tempos. (Câmera descendo escotilha adentro? Alguém?).

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A Man of Faith

4ª Posição

“Don’t tell me what I can’t do!”

Personagem: John Locke
Interpretado por: Terry O’Quinn
Série: Lost
Emissora: ABC (EUA); AXN e Rede Globo (Brasil)

(ATENÇÃO: o texto abaixo contem spoilers para quem acompanha Lost pela AXN – pela menos até a próxima segunda)

Terry O’Quinn talvez tenha sido um dos atores mais injustiçados de todos os tempos. Passou a maior parte de sua carreira interpretando personagens de produções obscuras. E mesmo fazendo um trabalho competentíssimo (ele consegue dar alma à Kendall, personagem de Alias, escrito de forma completamente unidimensional) ele nunca teve a chance de brilhar. Isso mudou no final de 2004.

Com a explosão de Lost, O’Quinn passou do anonimato ao estrelato. Seu personagem, John Locke é o mais interessante da série. Talvez a explicação disso sejam as transformações sofridas por ele. Curado de uma paralisia no começo da série, Locke é mostrado como um exímio conhecedor do que acontece ao seu redor. Em um período de poucas explicações, ele parece ser o que mais sabe sobre a natureza da ilha. Com o passar dos episódios, vê-se que ele não sabe tanto quanto se pensava.

Seu trabalho na série está cheio de momentos memoráveis. Quem não se lembra dele se levantando dos destroços do avião em Walkabout? Ou então, quem não ficou tocado com seu fúria contra a ilha, por ter matado Boone em Deus Ex-Machina? Seu momento de maior brilho na segunda temporada foi a decepção de descobrir que a Escotilha Pérola não passa de um posto de observação em ?. É possível ver a tristeza de seu personagem em seus olhos, em seus trejeitos. Poucos atores em atividade possuem tamanho talento.

Em outro dos surtos psicóticos dos votantes do Emmy, O’Quinn foi deixado de fora da lista de atores coadjuvantes esse ano. O problema é deles.

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