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Archive for the ‘My Name is Earl’ Category

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Obrigado, NBC, por incentivar seu bloco de séries exibidas às quintas, mesmo com as suas audiências pífias. (ou não tão pífias assim, segundo o Eric).

Obrigado também por dar a cara à tapa e deixar a Tina Fey zoar de você. Muita gente disse que escalar o Jerry Seinfeld foi stunt casting (‘casting forçado’ – só pra atrair espectadores). Claro, seria ingenuidade dizer que essa foi a intenção primária. Mas a Fey veio com um roteiro que justificou completamente a presença dele. O ‘SeinfeldVision’ é uma forma de tirar sarro com as tentativas desesperadas das emissoras de leventar sua audiência. O mesmo vale para os reality shows propagandeados por Jack (meu preferido é MILF Island, claro). E quando Seinfeld pergunta se Lost é exibido pela emissora, a reação de Donaghy é duplamente engraçada. Além da reação ‘ei, Lost é do outro canal!’, dá pra inferir totalmente que os verdadeiros executivos da NBC teriam exatamente a mesma expressão de Alec Baldwin em situação semelhante.

Alguém aí lembra qual foi o último filme que falou sobre o cinema com tamanha propriedade? Eu só consigo pensar em Crepúsculo dos Deuses, que tem os seus 50 e tantos anos de vida.

(É claro, tem Entourage – que ironicamente também é uma série de TV).

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E tem também My Name is Earl, que vem me surpreendendo positivamente nessa terceira temporada. Cada episódio faz um estudo de personagem sobre alguém distinto (ainda que de forma leva, afinal estamos falando de uma comédia). Essa sempre foi a fórmula da série, mas agora ela está mais evidente do que nunca, com Earl resolvendo os problemas dos outros presidiários.

O que falar da real natureza do problema das ‘cobaias’ de Earl? Parabéns mais uma vez NBC, por deixar um conteúdo desses ser exibido às 8 da noite. Isso chama-se liberdade criativa. Além da situação toda ter sido muito engraçada.

Outro aspecto hilário foi o Diretor vivido por Craig T. Nelson. Me lembrou vagamente de alguns CCs brasileiros…

E a determinação de Randy (sintetizada pela foto acima) em ficar junto de seu irmão foi tocante.

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– Absolutamente sensacional a trilha do episódio de My Name is Earl dessa semana. E o episódio também foi ótimo. Será que o Emmy vai esnobar Ethan Suplee e Jason Lee novamente?

– Essa semana não teve The Office. Mas semana que vem tem episódio de Natal duplo. Êêêêê…

– Lostzilla em Smallville? Hmmmm. Mas Allison Mack continua assustadoramente linda.

– Quem também teve episódio de Natal foi Studio 60. Os relacionamentos amorosos dos personagens talvez estejam indo rápido demais. Se bem que, na verdade, em West Wing é que eles eram lentos demais. 146 episódios pro Josh beijar a Donna?

– Episódio não-tão-excepcional assim de Battlestar Galactica. O maior erro foi centrar numa personagem que ninguém se importa muito. E num universo ideal (sorkiniano?) a série teria umas 3.896 indicações no próximo Emmy.

– Alec Baldwin = Deus.

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– Dança. Lésbica. Obrigado por tudo, Rob Thomas.

– E não é que a segunda temporada de My Name is Earl finalmente decolou? Depois de uma estréia mais ou menos (que empalidace ainda mais quando comparada com a premiere de The Office, que foi brilhante), a série achou o rumo. Os dois episódios seguintes estão entre os melhores do programa. E ainda introduziram continuidade. Good, very good.

– Quem quiser ler minha Spoiler Zone sobre a premiere de Smallville, clique aqui. E eu vou fazer um texto sobre Lost também, mas assistirei pelo menos mais um episódio antes de escrever.

– O terceiro episódio de Heroes foi dirigido por Greg Beeman e escrito por Jeph Loeb. Ambos já trabalharam em Smallville. E foi com um sorriso no rosto que eu vi um menino vestindo uma capa vermelha na cena onde um dos protagonistas está tentando voar, bem como o salvamento com “tempo congelado” feito por Hiro, o japa mais legal da TV gringa. Seria coincidência? Nãããã…

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A premiere de The Office me lembrou a razão da série ter ganhado o Emmy. Que elenco! Que texto! Eles atiram pra todos os lados, sem dó nem piedade. O que é Oscar (personagem que saiu do armário nesse episódio) se comparando à Ian McKellen? E a saudade falsa de Dwight? E Creed admitindo a possibilidade de ter dormido com um homem nos anos 60? E Michael chorando e beijando Oscar? E eu não sou shipper mas…Jim & Pam FOREVER.

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My Name is Earl começou bem da mesma forma, mas como diria o sábio Vidoni, Earl é aquela série divertida de se assistir, sem ser especialmente hilário. A única cena que me fez rir de verdade foi a que envolveu um balão de hélio.

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Extras também começou a sua segunda temporada. Convidado da semana: Orlando Bloom. Como é engraçado ver os atores botando os podres pra fora! “O Johnny Depp fez Edward-Mãos-de-Tesoura. E daí? Eu fiz o Legolas!“. Mas nada foi tão engraçado quanto ver Gervais tentar dirigir sua sitcom.

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“You were my Yoda!” – by Spike

Buffy está caminhando a passos largos para se tornar uma das minha séries preferidas. É legal ver como Joss Whedon foi o pioneiro de vários elementos que vemos aos montes em séries teen atuais (Smallville e Veronica Mars pra ser mais exato).

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E por fim, a estréia da terceira temporada de Grey’s Anatomy. Felizmente, Shonda Rhimes se eximiu dos tropeços da season finale passada e entregou um episódio emocionante, sem nunca (?) cair no piegas. Seria muito mais “choroso” colocar Izzie pra reconhecer o corpo de Danny, ao invés disso, foi Bailey. A cena continua tocante (principalmente, graças ao talento de Wilson), mas não fica parecendo algo “se emocionem AGORA!”.

Em diversas séries (Lost sendo o principal exemplar) cada episódio costuma ter algo como um ou dois desempenhos excepcionais. Pois aqui há nada menos do que QUATRO (!!!) atuações dignas de uma indicação ao Emmy: Oh, Wilson, Walsh e (para minha surpresa) Dempsey naquele que provavelmente foi seu melhor episódio em Grey’s Anatomy. Ele conseguiu transitar da ira (flashback da discussão com Addison, logo após ela ter dormido com o McSteamy) à emoção (ele admitindo para Meredith que é com ela com quem ele quer ficar).

Quando eu faleu de Justice mais abaixo, eu reclamei que a série não desenvolve seus personagens. Aqui é justamente o oposto. Só o monólogo de Callie (“nós todos somos atrasados sentimentalmente, todos temos 17 anos”) diz mais sobre ela (e todos os outros personagens) do que umas três temporadas do drama produzido por Bruckheimer.

E ainda tem o humor. Mesmo sendo meio bobinho, ele sempre funciona. Me peguei rindo com o destino da calcinha de Meredith no final do episódio e com a provável melhor frase do episódio, dita por ela:

“Am I the president of people with crappy lives?”

É, CSI vai ter uma missão quase hercúlea nessa temporada…

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