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Archive for the ‘Novos pilotos’ Category

1. A premissa da série é um fim para si mesma. É brochante você ver seis pessoas se esbarrando apenas porque elas podem se esbarrar.

2. Daqui a pouco ela acaba. Como diriam os especialistas: Faixa das 10 da noite + terceiro lugar na audiência = cancelamento instantâneo. E seria ainda pior se Without a Trace não tivesse mudado e dia e a CBS não tivesse colocado uma série nova no lugar.

3. Personagens genéricos. Não adianta, o melhor jeito de introduzir e desenvolver personagens é usando o método de Lost. Comece com os esteriótipos, depois vá se afastando deles. O sexteto de Six Degrees é gente como a gente demais.

4. Queda de qualidade em relação ao primeiro episódio. Os aspectos que eu mais gostei do piloto foram a direção, a trilha e o cenário. A primeira ficou excessivamente comum nesse episódio (Rodrigo Garcia só é diretor de pilotos, infelizmente). A trilha também decaiu bastante (o que deu em você, Giacchino?!). Nova York continua linda, mas se eu quero ficar babando pela cidade, é mais prático ficar fuçando no Google Earth.

5. J. J. Abrams virou grife. A série é produzida por ele, mas ele não tem nenhuma participação criativa. Nhé.

6. O sexto motivo esbarrou com os outros enquanto passeava pela rua.

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Travaler

David Nutter +

Nova York +

Conspiração +

Paranóia Terrorista +

Atentado Terrorista +

Cliffhanger

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Chega logo, janeiro.

Justice

Série nova do spydaddy, digo, de Victor Garber (a culpa é sua, Ìtalo…). É uma espécie de Boston Legal meets CSI. Se não tem os diálogos de David E. Kelley, tem toda uma cara high-tech. Isso tem um lado bom (algumas transições de cena são belíssimas) e um outro nem tanto (algumas inventividades com a câmera foram desncessárias).

Garber está ótimo como o advogado-asskicker-que-se-acha. E ele e a equipe dele fazem tudo de forma tão profissional, que as vezes até parece que se está assistindo CSI (não por acaso, as duas são produzidas por Jerry Bruckheimer).

E o final do episódio teve uma sacada maravilhosa. Depois do veridito ter sido dado, nós vemos o que realmente aconteceu na hora do suposto crime. Só acho que esse desfecho poderia ser um pouco mais cínico, dada a natureza do programa e dos personagens. Mas isso está longe de ser um problema grave.

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“Aquaman”

É impossível não assistir o piloto da nova série de Alfred Gough e Miles Millar e não comparar com Smallville. A fonte ainda é superior, mas a única justificativa pra série ser abortada é que a marca Aquaman não é tão estabelecida quanta a do Superman. Tem até um diálogo sobre isso: (pode ser que eu esteja exagerando, é que depois de AD, eu vejo metalinguagem em tudo)

“Qual o seu nome?”

“Isso não é importante.”


Os destaques do elenco são as curvas das personagens femininas. Gough e Millar são os melhores produtores de todos os tempos nesse aspecto. Justin Hartley, que encarna o protagonista é mais ator que Tom Welling (o que não significa muita coisa, reconheço). E Ving Rhames encarna o mestre/asskicker com talento, embora o personagem dele às vezes se leve a sério demais.

Por falar nisso, a série como um todo se leva meio a sério demais. Eles já despejam uma boa parte da mitologia logo de cara. Um dos charmes de Smallville é que a gente vai conhecendo a história aos poucos.

Dentre os pilotos que vazaram, esse é o mais bonito. A cena do Aquaman nadando enquanto o caça passa por cima dele é maravilhosa.

PS: A frase final do episódio – cuja origem é Smallville – me abriu um sorriso de orelha e orelha. E me junto ao coro: Vai a merda, Dawn Ostroff!

PS: Fui só eu que achei a voz da mãe do Aquaman igual à de Martha Kent! Hahahahahaha

“The Black Donnellys”

Dirigido e co-roteirizado por Paul Haggis. A história gira em torno de quatro irmãos, e da relação deles com a máfia local. Não vou falar muito, até porque pretendo rever quando estreiar oficialmente em janeiro. Mas a melhor coisa disparada é o narrador – que só pode ser primo-irmão de Ron Howard. Só ele já é melhor do que Crash. A maneira com que ele brinca com os cenários e personagens enquanto tenta lembrar-se dos acontecimentos é fantástica.

“Studio 60 On The Sunset Strip”

Uau. Uau. Uau. Meu primeiro contato com o trabalho de Aaron Sorkin foi justamente com essa bomba – no bom sentido, claro. Tudo é inspirado.

Começa pela direção (aquele plano-sequência em travelling, viajando pelo cenário é indescritível), segue com as atuações – com direito â Felicity Huffman interpretando ela mesma, como bônus.

Mas o destaque é o roteiro, e seus destaques impecáveis, marca registrada de Sorkin. Destaco dois momentos:

1) “Vamos filmar (o filme) em Vancouver.”

“Não, a cidade não se parece com nada! Nem com Vancouver!”

A piada fica ainda mais engraçada, quando se pensa no tanto de séries e filmes que são atualmente filmadas na cidade.

2) O monólogo de Judd Hirsch, que deve lhe render um Emmy de Ator Convidado. E o mais legal é que eles ainda citam a fonte (o filme Rede de Intrigas).

Se você só puder assistir uma série nova nessa temporada, veja esta!

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Haverá ainda pelo menos mais um post comentando novos pilotos. Mas ainda vai demorar um pouco, pois eu nem vi as séries ainda.

E agora dá licença que eu vou ver mais The West Wing. 😀

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Heroes


Absolutamente promissor. Não é o melhor piloto de todos os tempos, mas o tema e os personagens podem fazer de Heroes uma das grandes séries dessa década. E fico ainda mais esperançoso, sabendo que essa é uma versão ainda crua do episódio, que ainda será retocada. Isso resolverá alguns dos problemas, como a ausência do personagem do personagem do Greg Grunberg (que é um dos protagonistas), o excesso de fade-outs (talvez pra “despistar” sobre algumas das cenas cortadas), e a cena final, que poderia ter sido melhor executada. Tomara que arrumem isso.

E o melhor personagem é o japa. Disparado.

Cotação: 4,5/5

The Nine


Outro filhote de Lost. Mas aqui o enfoque não é o sci-fi – e consequentemente os seus mistérios – mas sim nas relações e interações entre um grupo de pessoas unidas por um determinado motivo (no caso, um sequestro), que é o aspecto que mais me fascina na série de J.J. Abrams.

Piloto interessante. Pode se tornar algo muito bom ou pode se revelar uma porcaria. O twist na cena final foi curioso, considerando os personagens envolvidos. E o elenco não é lá essas coisas – o que não muito bom, já que o importante aqui são os personagens. A única digna de nota é a Kim Raver (AKA Audrey de 24 Horas).

Cotação: 4/5

Jericho

Uma maneira rápida de definir a série é “bomba atômica cai em Everwood”. A cidade-título é de interior, bem bucólica, e as tensões familiares e afetivas correm soltas. Isso tudo antes do Armagedon (?) nuclear. A cena em que o garoto vê o cogumelo radioativo (a mesma usada nessa foto promocional) é belíssima, se é que existe beleza no fim do mundo. Enfim…

E o cliffhanger envolvendo o ônibus de presidiários é instigante.

Cotação: 4/5

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On The Next…post:

Aquaman (foi cancelada antes de começar. E daí?)


The Black Donnellys (só a narração já é melhor do que Crash)

– Studio 60 On The Sunset Strip (ou “Porquê Aaron Sorkin merece ir para o céu?”)

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