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Archive for the ‘Tops’ Category

Lost Top 15

Já que estamos em clima de season finale, peguei o gancho daqui. Seguem os meus 15 episódios prediletos da série em ordem de exibição:

Pilot
Walkabout
Numbers
Deus Ex Machina
Exodus
The Other 48 Days
The 23rd Psalm
The Long Con
Live Together, Die Alone
The Man from Talahassee
One of Us
The Man Behind the Curtain
Through the Looking Glass
The Constant
The Shape of Things to Come

(e sim, esse foi um típico post linguiça)

UPDATE 30/05 às 22:35 (CONTÉM SPOILERS MODERADOS DA FINALE DE LOST) – Segundo o histórico da série, eu deveria riscar um desses nomes e colocar a finale do quarto ano no lugar. Mas isso não aconteceu. Se eu fiquei decepcionado? Depende. Obvio que eu esperava (ou melhor, eu queria) um episódio com o mesmo brilhantismo de Through the Looking Glass. Mas não nos esqueçamos que TLTG daqui pra frente sempre figurará em qualquer compilação de melhores momentos de todos os tempos das séries. E se Damon Lindelof e Carlton Cuse nem se arriscaram a fazer algo mais grandioso que o encerramento da terceira temporada é porque em termos práticos isso dificilmente seria concretizado. O que demonstra uma maturidade acima da média de parte dos showrunners. Coisa de quem sabe exatamente o que está fazendo e pra onde quer levar a história. E afinal de contas, não é como se o episódio tivesse sido mediano. Cliffhangers a parte (Jeremy, Claire, etc), o melhor momento foi o emocionante reencontro de Penny e Desmond (que já são um dos casais mais fofos que a TV introduziu nessa década). E OK, coelhos viajantes do tempo foi de rachar o bico rindo.

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E mais um ano chega ao fim. E esse humilde blog fará sua premiação própria de cinema. No caso, filmes lançados originalmente no Brasil em 2006, seja na tela grande ou nas locadoras (sim, porque se obras de cineastas como Joss Whedon e Rian Johnson não são exibidos nos cinemas, existe algo de MUITO errado com as distribuidoras nacionais).

A minha lista virá acompanhada com as notas. Apesar de ser meio auto-explicativo, vou traduzir o que elas significam:

5/5 – Obra-prima
4,5/5 – Excepcional

4/5 – Muito bom

3,5/5 – Bom
3/5 – Legalzinho
2,5/5 – Ruim

2/5 – Muito Ruim

1,5/5 – Muito, muito ruim

1/5 – Quero meu dinheiro de volta

0,5/5 – Vai tomar no cú

Em geral, eu costumo ser “bondoso” com as notas, há muito mais filmes acima da média do que abaixo. Isso acontece principalmente pelo fato de eu evitar o dito cinema-porcaria. Ou alguém aqui foi ver O Pequenino depois de saber que é do mesmo diretor de As Branquelas?

E vamos a lista (não coloquei nome dos diretores nem nada, mas no link ali à direita, tem a listagem de todos os filmes que vi no ano, ela posseui mais detalhes):


01. Munique (5/5)

02. A Ponta de Um Crime
03. Match Point (4,5/5)
04. O Segredo de Brokeback Mountain
05. Boa Noite e Boa Sorte
06. O Plano Perfeito
07. Os Infiltrados
08. Filhos da Esperança
09. Volver
10. Serenity – A Luta Pelo Amanhã

11. A Última Noite
12. V de Vingança
13. Uma Verdade Inconveniente
14. Caché
15. Eu, Você e Todos Nós
16. Três Enterros
17. Piratas do Caribe 2: O Baú da Morte
18. Superman – O Retorno
19. Happy Feet – O Pinguim
20. O Homem-Urso

21. A Marcha dos Pingüins
22. 007 – Cassino Royale
23. A Criança
24. Carros (4/5)
25. Soldado Anônimo
26. Pequena Miss Sunshine
27. A Dália Negra
28. A Lula e a Baleia
29. A Loucura de Mary Juana
30. Orgulho e Preconceito

31. Vôo United 93
32. O Novo Mundo
33. Capote
34. A Casa Monstro
35. Missão Impossível 3
36. Os Sem-Floresta
37. O Sol de Cada Manhã
38. Wolf Creek
39. Vale Proibido
40. A Era do Gelo 2

41. Transamerica
42. Syriana (3,5/5)
43. Miami Vice
44. Last Days
45. O Matador
46. Obrigado Por Fumar
47. A Dama Na Água
48. O Diabo Veste Prada
49. Ritmo de Um Sonho
50. X-Men: O Confronto Final

51. Garota da Vitrine
52. Final Fantasy 7: Advent Childrem
53. Menina Má.com
54. Terror em Silent Hill
55. Johnny e June
56. Serpentes a Bordo
57. A Máquina
58. As Loucuras de Dick e Jane
59. 16 Quadras
60. Paradise Now

61. O Código da Vinci (3/5)
62. Sentinela
63. Tudo em Família
64. Memórias de Uma Gueixa (2,5/5)
65. A Pantera Cor-de-Rosa
66. Pulse
67. O Albergue
68. As Torres Gêmeas
69. Dizem Por Aí…
70. Doom – A Porta do Inferno

71. A Névoa (2/5)
72. No Rastro da Bala (1,5/5)
73. BloodRayne (1/5)

Outros prêmios:

Melhor Diretor: Alfonso Cuarón (Filhos da Esperança) – O que são aqueles planos-sequência? Puta merda.

Melhor Diretor Estreante: Rian Johnson (A Ponta de Um Crime) – o cara fez um noir-colegial, e ainda dirigiu algumas das melhores cenas do ano. Esse é dele.

Melhor Roteirista: George Clooney (Boa Noite e Boa Sorte) – eu aturo quantas sequências estúpidas de 11 Homens e Um Segredo forem necessárias, se ele continuar fazendo filmes como GNGL com os dividendos.

Melhor Ator: Philip Seymour Hoffman (Capote) – ele é o cara, etc.

Melhor Atriz: Felicity Huffman (Transamerica) – só a coragem dela de fazer um papel como esse, enquanto poderia ficar sentada em casa aproveitando seus milhõezinhos já justifica a minha escolha.

Melhor Ator Coadjuvante: Jack Nicholson (Os Infiltrados) – conseguiu transformar assassinato em escala em algo divertido. Só ele mesmo…

Melhor Atriz Coadjuvante: Carmen Maura (Volver) – Penelope Cruz pode até ter o papel da vida dela no filme mais recente de Almodóvar, mas quem brilha é Maura.

Melhor Personagem Cômico: Ramón; de Happy Feet (Robin Williams; Guilherme Briggs na dublagem brasileira) – ninguém me fez rir mais numa sala de cinema em 2006 como ele.

Melhor Frase: “I have had it with these motherfucking snakes on this motherfucking plane!” (Samuel L. Jackson em Serpentes à Bordo) – provavelmente uma das escolhas mais óbvias dessa lista. Mas não tem como não rachar o bico com uma pérola dessas, principalmente quando se sabe todas as circunstâncias envolvidas na inclusão dela no filme.

Melhor Cena de Ação: empate entre a aterrisagem forçada do avião em Superman – O Retorno e a do carrossel em Pirates do Caribe – O Baú da Morte. Esses dois filmes souberam como usar seus generosos orçamentos.

Troféu “A Gostosa”: Scarlett Johansson (aka Srta. Ereção; de Match Point) – precisa explicar?

Troféu “Chutador de Traseiros”: Daniel Craig (de 007 – Cassino Royale) – provavelmente a encarnação definitiva de James Bond. E olha que eu gosto de todos os intérpretes do personagem, incluindo Pierce Brosnam. O problema foi que os filmes dele não ajudavam…

Melhores Filmes do Ano Que Eu Ainda Não Vi:

2046 (Wong Kar-Wai)
O Crocodilo (Nanni Moretti)
Time (Kim Ki-Duk)
O Sabor da Melancia (Tsai Ming-liang)
A Fonte da Vida (Darren Aronofsky)
O Ano em que Meus Pais Saíram de Ferias (Cao Hamburger)
O Grande Truque (Christopher Nolan)
O Labirinto do Fauno (Guillermo del Toro)
Céu de Suely (Karim Ainouz)
Os Amantes Constantes (Philippe Garrel)

É isso. Feliz 2007 pra todo mundo! (se bem que devo postar mais alguma coisa antes da virada, mas xapralá).

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Pronto, cabei. Tem séries que eu ainda vou ver, mas que acabarão não entrando nesse ranking. Aí está:


#01. Alias (All The Time in The World) – 10
#02. House (No Reason) – 9,9
#03. Battlestar Galactica (Lay Down Your Burdens – Part 2) – 9,8
#04. Lost (Live Together, Die Alone) – 9,7
#05. Veronica Mars (Not Pictured) – 9,6
#06. Prison Break (Flight) – 9,5
#07. 24 Horas (Day 5: 6:00 A.M.-7:00 A.M) – 9
,4
#08. Arrested Development (Development Arrested) – 9,3
#09. Extras (Patrick Stewart) – 9,2
#10. Rome (Kalends of February) – 9,1
#11. The 4400 (Mommy’s Bosses) – 9,0
#12. Smallville (Vessel) – 8,9
#13. The Office (Casino Night) – 8,8
#14. Everybody Hates Chris – (Everybody Hates Father’s Day) – 8,7
#15. Desperate Houseviwes (Remember) – 8,6
#16. Grey’s Anatomy (Deterioration of the Fight or Flight Response +
Losing My Religion) – 8,5
#17. My Name is Earl (Number One) – 8,4
#18. The New Adventures of Old Christine (A Fair to Remember) – 8,3
#19. The OC (The Graduates) – 8,2
#20. CSI (Way To Go) – 8
#21. Nip/Tuck (Quentin Costa) – 5

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Terminei de ver ontem a sexta temporada de Friends. Que coisa fofa o Chandler pedindo a Monica em casamento, não? E, que bizarra a diferença de peso do Matthew Perry entre as temporadas. Entre o 6×24 e o 7×01, ele deve ter perdido uns 15 quilos no mínimo. Mas os dois episódios se passam na mesma noite…


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E daqui a pouco, eu começo a terceira temporada de House.

😀 😀 😀 😀 😀

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The Number One

1ª Posição

“This is the longest day of my life.”


Nome: Jack Bauer
Interpretado por: Deus 2*
Série: 24 Horas
Emissora: Fox (EUA); Fox e Rede Globo (Brasil)

O que dizer de Mr. Bauer? Jack é uma lenda, um ícone da cultura pop. O Superman do século XXI. Aquele que sacrifica sua vida pessoal e seu bem-estar físico em busca de um bem maior. Aquele que já morreu e já ressuscitou para salvar os homens e sua própria pele (porque ele pode até ser Deus, mas não é burro de ficar dando bandeira por aí). Aquele que sempre resolve os problemas dos EUA – e conseqüentemente os do mundo – todos os anos. E já fazem cinco.

Falar de Jack Bauer também é falar de Kiefer Sutherland. Que encontrou o papel de sua vida justamente na televisão, depois de uma carreira não muito bem-sucedida no cinema. Sutherland injeta emoção em cada diálogo, em cada ação de seu personagem.

Numa época em que a sanidade mental do Emmy é questionada diariamente, as cinco indicações seguidas de Kiefer são um sinal de que nem tudo está perdido. E se há algo de bom na esnobada de Hugh Laurie, é que ela deixa o caminho livre para Bauer finalmente receber o prêmio máximo de sua carreira.

E por último, mas não menos importante:

“Drop the gun. DROP THE GUN!!!!!!”

Alguém ainda duvida que ele é Deus?

* onde o número 2 não significa necessariamente uma importância menor, apenas que ele é o segundo agraciado com o título de Deus. 🙂

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This is God

2 ª Posição

“I don’t ask why patients lie. I just assume they all do.”

Nome: Dr. Gregory House
Interpretado por: Deus
Série: House
Emissora: FOX (EUA); Universal (Brasil)

Não vou nem perder muito tempo falando sobre a esnobada que Hugh Laurie (aka: Deus) recebeu do Emmy, enquanto a série foi indicada. Todo mundo sabe que ele É a série.

Qual a razão do fascínio que Greg House exerce sobre todos que assistem à série? Tá, todos sabem que ele consegue descobrir a solução de qualquer caso, por mais intrincado que ele seja. O seu humor ácido, responsável por alguns dos momentos mais engraçados da TV dos últimos dois anos também desempenha um papel importante. Mas será que é só isso?

Fazendo uma análise mais profunda, o motivo para gostarmos dele talvez não seja tão óbvio. House é, antes de qualquer coisa, um desgraçado (miserable, em inglês) e os seus “coices” são, aquilo que todos nós gostaríamos de dizer ou fazer. É como aquela frase de Mário Quintana:

“(…) se a gente consegue expressar com toda felicidade toda sua infelicidade, ja não será tão infeliz.”

Com House ocorre justamente o contrário. Ele, assim como todos nós (?) é infeliz. Mas ele é o único com coragem de demonstrar isso pra quem quiser ver.

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Tá, é meio off-topic, mas isso é genial.

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E em breve: previsões para o Emmy!

(isso se eu terminar de escrevê-las antes do Emmy ir ao ar…)

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E o pódio chegou…

3ª Posição

“Cocksuckers!”


Nome: Al Swearengen
Interpretado por: Ian McShane
Série: Deadwood
Emissora: HBO (EUA); FX (Brasil)

O que faz o vilão de uma série ser mais reconhecido do que os outros personagens? A complexidade com que ele é escrito – disfarçada no meio de tantos palavrões? Uma interpretação soberba? Coadjuvantes que, apesar de eficientes, se tornam pequenos diante de seu protagonista?

Al Swearengen tem todas essas particularidades, assim como seus dois parceiros de pódio (ops…). E é por isso que ele está neste Top.

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Acabei de assistir o piloto de Studio 60 On The Sunset Strip. Aaron Sorkin acaba de ganhar mais um fã.

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A Man of Faith

4ª Posição

“Don’t tell me what I can’t do!”

Personagem: John Locke
Interpretado por: Terry O’Quinn
Série: Lost
Emissora: ABC (EUA); AXN e Rede Globo (Brasil)

(ATENÇÃO: o texto abaixo contem spoilers para quem acompanha Lost pela AXN – pela menos até a próxima segunda)

Terry O’Quinn talvez tenha sido um dos atores mais injustiçados de todos os tempos. Passou a maior parte de sua carreira interpretando personagens de produções obscuras. E mesmo fazendo um trabalho competentíssimo (ele consegue dar alma à Kendall, personagem de Alias, escrito de forma completamente unidimensional) ele nunca teve a chance de brilhar. Isso mudou no final de 2004.

Com a explosão de Lost, O’Quinn passou do anonimato ao estrelato. Seu personagem, John Locke é o mais interessante da série. Talvez a explicação disso sejam as transformações sofridas por ele. Curado de uma paralisia no começo da série, Locke é mostrado como um exímio conhecedor do que acontece ao seu redor. Em um período de poucas explicações, ele parece ser o que mais sabe sobre a natureza da ilha. Com o passar dos episódios, vê-se que ele não sabe tanto quanto se pensava.

Seu trabalho na série está cheio de momentos memoráveis. Quem não se lembra dele se levantando dos destroços do avião em Walkabout? Ou então, quem não ficou tocado com seu fúria contra a ilha, por ter matado Boone em Deus Ex-Machina? Seu momento de maior brilho na segunda temporada foi a decepção de descobrir que a Escotilha Pérola não passa de um posto de observação em ?. É possível ver a tristeza de seu personagem em seus olhos, em seus trejeitos. Poucos atores em atividade possuem tamanho talento.

Em outro dos surtos psicóticos dos votantes do Emmy, O’Quinn foi deixado de fora da lista de atores coadjuvantes esse ano. O problema é deles.

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