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O Vinicius me passou um memê bem bacana: os injustiçados no Oscar. Mas até pela natureza da brincadeira, eventualmente esses nomes começarão a se repetir. Então bolei algo diferente. Fiz 3 listas de candidatos prováveis a uma estatueta nos próximos anos/décadas: uma de diretores, uma de atores/atrizes e uma do ‘resto’ (diretores de fotografia, compositores, etc). Não se trata de uma lista de injusticaçados (claro, há muitos nomes que poderiam ter ganhado alguma coisa já), mas de pessoas que construiram/estão construindo um portfolio que resultará num carequerinha mais cedo ou mais tarde.

Entonces, os próximos três posts do blog serão sobre isso. Cada uma com seus respectivos comentários.

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Meus 26 leitores fieís já devem ter notado. Em todo caso, agora os meus posts sobre séries serão no NATV da minha dinda Gisele. O blog continia principalmente para escrever sobre cinema e outras cositas mais.

O Curioso Caso de Benjamin Button (David Fincher) – Um bom e velho pastel de vento. Altamente constrangedor o Fincher ser indicado ao Oscar por esse aqui ao invés de algum dos seus filmes anteriores (e com um agravante: Zodíaco e Seven são muito mais Academy-friendly do que, digamos,  um Extermínio ou Paranoid Park). Brad Pitt decente, mas novamente, nada comparado às outras parcerias deles com o diretor. Parte técnica não e nada demais. E as comparações com Forrest Gump são meio preguiçosas, né? Ponto alto do filme é o Benjamin narrando o acidente (“se tal coisa não tivesse acontecido”). Só.

O Lutador (Darren Aronofsky) – Filmão. O melhor dessa safra do Oscar (Batman e WALL-E não contam). Tirando o tique do diretor de ficar filmando o pessoal de costas com a câmera na mão, não tenho nada a reclamar. Pra quem tava fazendo o Wolverine engolir leite de pau a coisa de dois anos atrás, é uma evolução notável. Mickey Rourke fudidamente bom. Ele fez o que eu duvidava: igualou o nível do Frank Langella em Frost/Nixon. E a Tomei é uma tiazona altamente pegável, hein. Momento genial: NINTENDINHO! Outra cena foda foi ele entrando na padaria do supermercado pra trabalhar pela primeira vez. E ganha pontos extras por terminar no momento perfeito. Continuar Lendo »

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Escrito e dirigido por Ronald D. Moore.

Ron Moore que de burro não tem nada, escolheu um episódio fácil para fazer sua estreia na direção. Nada de grandes explosões (literais ou metafóricas) ou revelações. É mais um setup para eventos futuros.

Dito isso, o traquejo político da família Adama é digno de Yeda Crusius, puta que pariu. Custava o Lee fazer uma exposição para o quórom das vantagens de se trocar a porra dos motores? Boa retórica ele tem (cena dele com a Dee, semana passada). Por mais que eu queira torcer pelo Old Man, não dá pra chamar Zerek e Gaeta de vilões, não mesmo. Alias, Zerek é o mais próximo de um político de verdade que já apareceu na série, o que é ótimo para um programa que tem pretensões de ser um espelho da realidade como Battlestar Galactica. Continuar Lendo »

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Escrito por Jane Espenson e Seamus Kevin Fahey. Dirigido por Wayne Rose.

O grande defeito de The Face of the Enemy é saber que usaram um material tão bom em websodes, ao invés de colocá-lo num episódio regular da série.

Os acontecimentos são situados entre Sometimes a Great Notion e A Disquiet Follows My Soul e apesar de não serem essenciais para entender os rumos da série,  são a maior exposição que a série já deu à Felix Gaeta. Agora podemos compreender mais claramente as motivações dele em Disquiet. Continuar Lendo »

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Escrito por David Weddle e Bradley Thompson. Dirigido por Michael Nankin.

(SPOILERS, SPOILERS e SPOILERS. Considerem-se avisados.)

Frak you, Sepinwall. Prometi a mim mesmo que não leria os textos dele sobre os episódios finais de BSG antes de escrever os meus. Mas eis que acesso o fórum e leio uma frase dele que se encaixa perfeitamente aos meus pensamentos sobre Sometimes a Great Notion.

Chamou-me a atenção as semelhanças entre BSG e Lost que apareceram mais uma vez (e não falo apenas dos personagens complexos e do fim definido que ambas tem). Assim como na série de J.J.Abrams, a problemática inicial foi se tornando mais complexa com o passar do tempo. Não basta sair da ilha ou encontrar a terra. Os objetivos agora são maiores que esses. Continuar Lendo »

FilmeO Nevoeiro

Diretor – Andrew Stanton – WALL-E

Roteiro Adaptado Queime Depois de Ler

Roteiro Original Na Mira do Chefe

Elenco – O Cavaleiro das Trevas